Para Andbank Brasil, uma eventual queda acentuada da bolsa, gerada por fatores exógenos, deve abrir oportunidade de compra

SÃO PAULO, 12 de fevereiro de 2020 /PRNewswire/ -- "O cenário atual carrega uma maior volatilidade e as carteiras de investimento deverão apresentar um retorno proporcional. A aposta, no caso dos fundos de investimento, recai em estratégias que não dependam do tema de taxa de juros e que gerem alta no longo prazo". A avaliação é do CIO do Andbank Brasil, Rodrigo Octavio Marques de Almeida, que afirma ainda que "uma eventual queda acentuada da bolsa, gerada por fatores exógenos, deve abrir uma oportunidade de compra".

De acordo com o CIO do Andbank, choques externos "obrigaram a uma reprecificação dos riscos e do crescimento econômico". Entre eles estão a possibilidade de um conflito armado entre o Irã e os Estados Unidos e a epidemia de coronavírus que se alastra pela China e outros países. Os efeitos do primeiro choque foram dissipados rapidamente. Já os do segundo ainda estão em desenvolvimento e apresentam consequências como a revisão para baixo do crescimento chinês e global. A resposta de política econômica foi um aumento de liquidez por parte dos bancos centrais.

No caso do Brasil, os choques externos trouxeram uma maior volatilidade aos ativos de risco, como comprova a queda de 1,18% do Ibovespa e a desvalorização de 6,26% do real. Segundo Marques de Almeida, "a maior parte do impacto foi absorbido pela oscilação da taxa de câmbio, que apresenta uma dinâmica diferente do passado, pois o diferencial entre a taxa de juros doméstica e a internacional é reduzido, implicando um câmbio mais desvalorizado no médio prazo". A questão aberta é o impacto sobre o crescimento econômico.

Com um último corte na taxa SELIC, agora em 4,25%, e a sinalização do fim do ciclo de queda, resta apenas o gerenciamento da curva como forma adicional de estímulos. O juro baixo garante uma retomada do apetite de risco quando os principais efeitos dos choques se dissiparem. Para o CIO do Andbank Brasil, "a perspectiva de longo prazo para a renda variável não muda. No entanto, a rotação tática de setores passa a ter importância em função das mudanças de mix entre juros e crescimento doméstico".

Beth Guaraldo

bethguaraldo@portaldoconteudo.com.br

FONTE Andbank Brasil

SÃO PAULO, 12 de fevereiro de 2020 /PRNewswire/ -- "O cenário atual carrega uma maior volatilidade e as carteiras de investimento deverão apresentar um retorno proporcional. A aposta, no caso dos fundos de investimento, recai em estratégias que não dependam do tema de taxa de juros e que gerem alta no longo prazo". A avaliação é do CIO do Andbank Brasil, Rodrigo Octavio Marques de Almeida, que afirma ainda que "uma eventual queda acentuada da bolsa, gerada por fatores exógenos, deve abrir uma oportunidade de compra".

De acordo com o CIO do Andbank, choques externos "obrigaram a uma reprecificação dos riscos e do crescimento econômico". Entre eles estão a possibilidade de um conflito armado entre o Irã e os Estados Unidos e a epidemia de coronavírus que se alastra pela China e outros países. Os efeitos do primeiro choque foram dissipados rapidamente. Já os do segundo ainda estão em desenvolvimento e apresentam consequências como a revisão para baixo do crescimento chinês e global. A resposta de política econômica foi um aumento de liquidez por parte dos bancos centrais.

No caso do Brasil, os choques externos trouxeram uma maior volatilidade aos ativos de risco, como comprova a queda de 1,18% do Ibovespa e a desvalorização de 6,26% do real. Segundo Marques de Almeida, "a maior parte do impacto foi absorbido pela oscilação da taxa de câmbio, que apresenta uma dinâmica diferente do passado, pois o diferencial entre a taxa de juros doméstica e a internacional é reduzido, implicando um câmbio mais desvalorizado no médio prazo". A questão aberta é o impacto sobre o crescimento econômico.

Com um último corte na taxa SELIC, agora em 4,25%, e a sinalização do fim do ciclo de queda, resta apenas o gerenciamento da curva como forma adicional de estímulos. O juro baixo garante uma retomada do apetite de risco quando os principais efeitos dos choques se dissiparem. Para o CIO do Andbank Brasil, "a perspectiva de longo prazo para a renda variável não muda. No entanto, a rotação tática de setores passa a ter importância em função das mudanças de mix entre juros e crescimento doméstico".

Beth Guaraldo

bethguaraldo@portaldoconteudo.com.br

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