Para Andbank, indicadores econômicos positivos favorecem Investimentos com maior exposição ao risco

SÃO PAULO, 13 de dezembro de 2019 /PRNewswire/ -- A retomada da economia, ainda que lentamente, vem favorecendo o aumento da exposição ao risco nos investimentos. Com a Selic a 4,5%, de acordo com decisão tomada esta semana pelo Copom, a alta do PIB no terceiro trimestre, bem como o crescimento da produção industrial, do consumo das famílias e do número de empregos criados, algumas aplicações em renda fixa deixam de ser tão atrativas e os investimentos em ações negociadas na B3 aparecem, cada vez mais, nas recomendações internacionais.

Com este cenário e as perspectivas positivas para os próximos meses, o Andbank, banco europeu especializado em gestão de patrimônio para clientes de alta renda, recomenda de 19,5% a 30% da alocação das carteiras em renda variável.

Para quem tem perfil arrojado, a alocação proposta é de 30% dos recursos em renda fixa, 40% em fundos multimercados e 30% em renda variável. Para os clientes moderados, o Andbank sugere investir 44,5% em renda fixa, 36% em fundos multimercados e 19,5% em renda variável. Já para os perfis conservadores, com maior aversão ao risco, o banco recomenda 70% em renda fixa e os restantes 30% em fundos multimercados.

Sobre o Andbank

Banco europeu especializado em gestão de patrimônio há quase 90 anos e presente em onze países, o Andbank atua, também no Brasil, exclusivamente em Private Bank, com arquitetura aberta e sem produtos próprios. É controlado pela terceira geração de duas famílias europeias e hoje, além de sua sede em Andorra, opera nas Bahamas, Brasil, Espanha, Israel, Luxemburgo, México, Miami, Mônaco, Panamá e Uruguai. O banco tem € 22 bilhões sob gestão, dos quais mais de R$ 8 bilhões no Brasil, país que tem como principais executivos o CEO Carlos Foz, o managing director Leonardo Hojaij e o CIO Rodrigo Marques.

CONTATO: Beth Guaraldo, bethguaraldo@portaldoconteudo.com.br

FONTE Andbank Brasil

SÃO PAULO, 13 de dezembro de 2019 /PRNewswire/ -- A retomada da economia, ainda que lentamente, vem favorecendo o aumento da exposição ao risco nos investimentos. Com a Selic a 4,5%, de acordo com decisão tomada esta semana pelo Copom, a alta do PIB no terceiro trimestre, bem como o crescimento da produção industrial, do consumo das famílias e do número de empregos criados, algumas aplicações em renda fixa deixam de ser tão atrativas e os investimentos em ações negociadas na B3 aparecem, cada vez mais, nas recomendações internacionais.

Com este cenário e as perspectivas positivas para os próximos meses, o Andbank, banco europeu especializado em gestão de patrimônio para clientes de alta renda, recomenda de 19,5% a 30% da alocação das carteiras em renda variável.

Para quem tem perfil arrojado, a alocação proposta é de 30% dos recursos em renda fixa, 40% em fundos multimercados e 30% em renda variável. Para os clientes moderados, o Andbank sugere investir 44,5% em renda fixa, 36% em fundos multimercados e 19,5% em renda variável. Já para os perfis conservadores, com maior aversão ao risco, o banco recomenda 70% em renda fixa e os restantes 30% em fundos multimercados.

Sobre o Andbank

Banco europeu especializado em gestão de patrimônio há quase 90 anos e presente em onze países, o Andbank atua, também no Brasil, exclusivamente em Private Bank, com arquitetura aberta e sem produtos próprios. É controlado pela terceira geração de duas famílias europeias e hoje, além de sua sede em Andorra, opera nas Bahamas, Brasil, Espanha, Israel, Luxemburgo, México, Miami, Mônaco, Panamá e Uruguai. O banco tem € 22 bilhões sob gestão, dos quais mais de R$ 8 bilhões no Brasil, país que tem como principais executivos o CEO Carlos Foz, o managing director Leonardo Hojaij e o CIO Rodrigo Marques.

CONTATO: Beth Guaraldo, bethguaraldo@portaldoconteudo.com.br

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