Perspectiva chinesa ecoa consenso global na Conferência Global Anual do IFF

GUANGZHOU, China, 27 de novembro de 2018 /PRNewswire/ -- A 15ª Conferência Global Anual do International Finance Forum (IFF) foi realizada na cidade de Guangzhou, no sul da China, nos dias 24 e 25 de novembro. Representando uma plataforma para a China contribuir em prol da reforma do sistema financeiro mundial e da cooperação internacional, o evento atraiu mais de 200 líderes dos setores de finanças e economia de todo o mundo. Diálogos abertos sobre os fundamentos das finanças ocorreram com o objetivo de ajudar a sustentar um sistema econômico e financeiro global.

Para onde estamos indo em uma nova era da globalização? O mundo está enfrentando uma reação contra a liberalização do comércio, além de um número crescente de disputas comerciais e riscos financeiros. Tendo isso em mente, a comunidade financeira está discutindo maneiras de fortalecer a economia global, e pessoas de visão têm como foco a China, que prospera devido à política de abertura e reformas. Com uma das economias de maior dimensão, com maior dinamismo financeiro e mais internacionais da China, Guangzhou inspira o mundo com experiências de longa data em desenvolvimento.

Nesta nova era globalizada, as finanças desempenham um papel mais importante. "A cooperação na área de finanças nos ajudará a liberar um maior potencial para o desenvolvimento porque os mercados financeiros globais estão interligados", observou no evento o ex-primeiro-ministro paquistanês Shaukat Aziz. A cooperação financeira internacional é uma parte fundamental da formação de uma comunidade com um futuro compartilhado para a humanidade, conforme demonstrou o relatório principal divulgado pelo IFF na conferência. Temas como "Cooperação financeira ao longo da Rota Marítima da Seda: o trabalho conjunto de transformação da Área da Grande Baía em um polo financeiro internacional" e outros concentraram-se nas especificidades e ofereceram um vislumbre de como a China trabalha com o resto do mundo para promover cooperação financeira em prol de uma economia global mais forte. Novo centro da iniciativa Belt and Road para serviços financeiros internacionais inovadores, o Distrito de Nansha em Guangzhou é um destaque.

"A conferência tem como focos principais o futuro da globalização econômica, o mecanismo e o sistema de comércio internacional, a inovação e a crescente globalização, além de reforma e abertura", disse Zhou Xiaochuan, presidente do IFF e ex-presidente do Banco Popular da China. "Com base nisso, os participantes estão compartilhando pontos de vista e fazendo um brainstorming de ideias, tentando encontrar soluções para os desafios com que nos deparamos." Há um amplo reconhecimento dos compromissos da China com a promoção da sua iniciativa Belt and Road e com a globalização. A sabedoria chinesa foi um tema muito debatido na conferência e esteve em sintonia com o consenso internacional.

Essas soluções chinesas são o resultado de práticas bem-sucedidas. Sede permanente do IFF, Guangzhou ganhou mais oportunidades para crescimento com a implementação da iniciativa Belt and Road e a construção da Área da Grande Baía na região de Guangdong, Hong Kong e Macau. "A China continua melhorando o seu ambiente de negócios e abrindo o seu mercado financeiro", disse o vice-presidente sênior do United Bank of Switzerland, James J. Shea. "A Área da Grande Baía, na qual Guangzhou está situada, tem uma perspectiva promissora."

Fundamentalmente, a conectividade financeira é uma força motriz que alimenta a economia. "Como as finanças são um novo motor para o crescimento econômico global, espera-se que a cooperação financeira internacional conduza ao desenvolvimento compartilhado", disse Zhou. Ponto de origem das finanças modernas da China, Guangzhou é uma das cidades chinesas mais vibrantes econômica e financeiramente. Ela apresenta ao mundo um belo exemplo de como a economia e as finanças podem se reforçar mutuamente.

Guangzhou ficou em 19º lugar na 24ª edição do Índice de Centros Financeiros Globais (GFCI 24), o que atesta o seu empenho em emergir como um centro de intercâmbio internacional e um projeto-piloto de área de livre comércio (ou porto). Além disso, tem promovido ativamente a cooperação com os países da Belt and Road, avançado na construção da Área da Grande Baía e levado adiante a reforma e a abertura do sistema financeiro a fim de se tornar ainda mais internacional. Steven M. Levitt, fundador da Park Sutton Advisors, acredita que a construção da Área da Grande Baía injetará um novo impulso para que Guangzhou transforme-se em um centro financeiro internacional.

Enquanto o mundo assiste à ascensão de novas economias, as soluções que a China adota para responder a uma globalização em evolução têm como objetivo a transformação e o desenvolvimento de qualidade. Tendo isso em conta, as finanças internacionais precisam ser inovadoras. "Sendo a janela que demonstra ao mundo exterior a sua abertura no setor financeiro, Nansha aprofundará a cooperação financeira com Hong Kong e Macau e aprimorará a sua capacidade de atender a economia real", disse o secretário do comitê do partido em Nansha, Cai Chaolin. "As empresas daqui conseguem cumprir todas as formalidades de registro comercial e de documentação tributária no prazo de um dia." Um ambiente favorável como esse, que pode se igualar ao de qualquer outro país do planeta, vai acelerar o crescimento do setor financeiro em Nansha e até mesmo em Guangzhou.

De fato, os participantes da conferência estão em uma missão importante para detectar novos motores econômicos em meio a uma desaceleração da economia global. Sessões com temas como "Criado pela China e fabricado na China: inovação nas atitudes e no ambiente" e "Novo capital liderando uma nova era" geraram debates acalorados.

Nos últimos anos, Guangzhou aplicou inovação financeira à economia real e integrou novas tecnologias ao setor de finanças de modo a construir um ecossistema financeiro sólido, seguro, simplificado e eficiente. As palavras foram de Rajesh Singh, gerente geral do Departamento de Gestão de Risco e Desenvolvimento de Modelos do Bank of America. Ele acrescentou que esses esforços seriam uma ótima oportunidade para revolucionar a tecnologia financeira de ponta.

Para demonstrar a sua determinação na inovação financeira, Guangzhou aprofundou as reformas financeiras nos últimos anos na Nova Área de Nansha (15 políticas aprovadas), na Zona de Livre Comércio de Nansha e no setor de finanças "verdes", sendo a cidade com o maior número de programas-piloto de reforma do sistema financeiro em toda a China. Além disso, com mais de 6 mil empresas financeiras, Nansha obteve mais recursos para a inovação. Citados entre as dez principais práticas de zonas de livre comércio, estão programas-piloto como o de green bonds e as primeiras locações internacionais de ativos feitas pela China em dólares americanos. Os dados mostram que o valor agregado do setor financeiro de Guangzhou cresceu 106% nos últimos cinco anos, ultrapassando qualquer outra cidade chinesa. Todos esses números impressionantes podem ser uma inspiração para o mundo.

No 40º aniversário da reforma e da abertura, a China está empenhada em abrir-se ainda mais e reforçar a cooperação internacional. Numa sessão paralela com a temática "Trabalho conjunto de criação do futuro da Área da Grande Baía – a perspectiva de cooperação financeira entre Nansha, Hong Kong e Macau", os especialistas presentes na reunião opinaram em geral que Nansha, com uma localização privilegiada para a cooperação financeira entre Guangdong, Hong Kong e Macau, seria uma nova fronteira para que a província se conectasse com Hong Kong e Macau, de modo a se tornar global e uma janela para atrair recursos internacionais.

Diante do novo desenvolvimento da globalização, Nansha, como um símbolo da China, construiu canais e plataformas para atrair talentos, capital e empresas a fim de aumentar o potencial de desenvolvimento da tecnologia financeira por meio da cooperação internacional. É um consenso mundial a construção de uma comunidade com um futuro compartilhado para a humanidade, utilizando a sabedoria coletiva e proporcionando benefícios a todos, conforme demonstram os diálogos e intercâmbios no IFF.

FONTE International Finance Forum

GUANGZHOU, China, 27 de novembro de 2018 /PRNewswire/ -- A 15ª Conferência Global Anual do International Finance Forum (IFF) foi realizada na cidade de Guangzhou, no sul da China, nos dias 24 e 25 de novembro. Representando uma plataforma para a China contribuir em prol da reforma do sistema financeiro mundial e da cooperação internacional, o evento atraiu mais de 200 líderes dos setores de finanças e economia de todo o mundo. Diálogos abertos sobre os fundamentos das finanças ocorreram com o objetivo de ajudar a sustentar um sistema econômico e financeiro global.

Para onde estamos indo em uma nova era da globalização? O mundo está enfrentando uma reação contra a liberalização do comércio, além de um número crescente de disputas comerciais e riscos financeiros. Tendo isso em mente, a comunidade financeira está discutindo maneiras de fortalecer a economia global, e pessoas de visão têm como foco a China, que prospera devido à política de abertura e reformas. Com uma das economias de maior dimensão, com maior dinamismo financeiro e mais internacionais da China, Guangzhou inspira o mundo com experiências de longa data em desenvolvimento.

Nesta nova era globalizada, as finanças desempenham um papel mais importante. "A cooperação na área de finanças nos ajudará a liberar um maior potencial para o desenvolvimento porque os mercados financeiros globais estão interligados", observou no evento o ex-primeiro-ministro paquistanês Shaukat Aziz. A cooperação financeira internacional é uma parte fundamental da formação de uma comunidade com um futuro compartilhado para a humanidade, conforme demonstrou o relatório principal divulgado pelo IFF na conferência. Temas como "Cooperação financeira ao longo da Rota Marítima da Seda: o trabalho conjunto de transformação da Área da Grande Baía em um polo financeiro internacional" e outros concentraram-se nas especificidades e ofereceram um vislumbre de como a China trabalha com o resto do mundo para promover cooperação financeira em prol de uma economia global mais forte. Novo centro da iniciativa Belt and Road para serviços financeiros internacionais inovadores, o Distrito de Nansha em Guangzhou é um destaque.

"A conferência tem como focos principais o futuro da globalização econômica, o mecanismo e o sistema de comércio internacional, a inovação e a crescente globalização, além de reforma e abertura", disse Zhou Xiaochuan, presidente do IFF e ex-presidente do Banco Popular da China. "Com base nisso, os participantes estão compartilhando pontos de vista e fazendo um brainstorming de ideias, tentando encontrar soluções para os desafios com que nos deparamos." Há um amplo reconhecimento dos compromissos da China com a promoção da sua iniciativa Belt and Road e com a globalização. A sabedoria chinesa foi um tema muito debatido na conferência e esteve em sintonia com o consenso internacional.

Essas soluções chinesas são o resultado de práticas bem-sucedidas. Sede permanente do IFF, Guangzhou ganhou mais oportunidades para crescimento com a implementação da iniciativa Belt and Road e a construção da Área da Grande Baía na região de Guangdong, Hong Kong e Macau. "A China continua melhorando o seu ambiente de negócios e abrindo o seu mercado financeiro", disse o vice-presidente sênior do United Bank of Switzerland, James J. Shea. "A Área da Grande Baía, na qual Guangzhou está situada, tem uma perspectiva promissora."

Fundamentalmente, a conectividade financeira é uma força motriz que alimenta a economia. "Como as finanças são um novo motor para o crescimento econômico global, espera-se que a cooperação financeira internacional conduza ao desenvolvimento compartilhado", disse Zhou. Ponto de origem das finanças modernas da China, Guangzhou é uma das cidades chinesas mais vibrantes econômica e financeiramente. Ela apresenta ao mundo um belo exemplo de como a economia e as finanças podem se reforçar mutuamente.

Guangzhou ficou em 19º lugar na 24ª edição do Índice de Centros Financeiros Globais (GFCI 24), o que atesta o seu empenho em emergir como um centro de intercâmbio internacional e um projeto-piloto de área de livre comércio (ou porto). Além disso, tem promovido ativamente a cooperação com os países da Belt and Road, avançado na construção da Área da Grande Baía e levado adiante a reforma e a abertura do sistema financeiro a fim de se tornar ainda mais internacional. Steven M. Levitt, fundador da Park Sutton Advisors, acredita que a construção da Área da Grande Baía injetará um novo impulso para que Guangzhou transforme-se em um centro financeiro internacional.

Enquanto o mundo assiste à ascensão de novas economias, as soluções que a China adota para responder a uma globalização em evolução têm como objetivo a transformação e o desenvolvimento de qualidade. Tendo isso em conta, as finanças internacionais precisam ser inovadoras. "Sendo a janela que demonstra ao mundo exterior a sua abertura no setor financeiro, Nansha aprofundará a cooperação financeira com Hong Kong e Macau e aprimorará a sua capacidade de atender a economia real", disse o secretário do comitê do partido em Nansha, Cai Chaolin. "As empresas daqui conseguem cumprir todas as formalidades de registro comercial e de documentação tributária no prazo de um dia." Um ambiente favorável como esse, que pode se igualar ao de qualquer outro país do planeta, vai acelerar o crescimento do setor financeiro em Nansha e até mesmo em Guangzhou.

De fato, os participantes da conferência estão em uma missão importante para detectar novos motores econômicos em meio a uma desaceleração da economia global. Sessões com temas como "Criado pela China e fabricado na China: inovação nas atitudes e no ambiente" e "Novo capital liderando uma nova era" geraram debates acalorados.

Nos últimos anos, Guangzhou aplicou inovação financeira à economia real e integrou novas tecnologias ao setor de finanças de modo a construir um ecossistema financeiro sólido, seguro, simplificado e eficiente. As palavras foram de Rajesh Singh, gerente geral do Departamento de Gestão de Risco e Desenvolvimento de Modelos do Bank of America. Ele acrescentou que esses esforços seriam uma ótima oportunidade para revolucionar a tecnologia financeira de ponta.

Para demonstrar a sua determinação na inovação financeira, Guangzhou aprofundou as reformas financeiras nos últimos anos na Nova Área de Nansha (15 políticas aprovadas), na Zona de Livre Comércio de Nansha e no setor de finanças "verdes", sendo a cidade com o maior número de programas-piloto de reforma do sistema financeiro em toda a China. Além disso, com mais de 6 mil empresas financeiras, Nansha obteve mais recursos para a inovação. Citados entre as dez principais práticas de zonas de livre comércio, estão programas-piloto como o de green bonds e as primeiras locações internacionais de ativos feitas pela China em dólares americanos. Os dados mostram que o valor agregado do setor financeiro de Guangzhou cresceu 106% nos últimos cinco anos, ultrapassando qualquer outra cidade chinesa. Todos esses números impressionantes podem ser uma inspiração para o mundo.

No 40º aniversário da reforma e da abertura, a China está empenhada em abrir-se ainda mais e reforçar a cooperação internacional. Numa sessão paralela com a temática "Trabalho conjunto de criação do futuro da Área da Grande Baía – a perspectiva de cooperação financeira entre Nansha, Hong Kong e Macau", os especialistas presentes na reunião opinaram em geral que Nansha, com uma localização privilegiada para a cooperação financeira entre Guangdong, Hong Kong e Macau, seria uma nova fronteira para que a província se conectasse com Hong Kong e Macau, de modo a se tornar global e uma janela para atrair recursos internacionais.

Diante do novo desenvolvimento da globalização, Nansha, como um símbolo da China, construiu canais e plataformas para atrair talentos, capital e empresas a fim de aumentar o potencial de desenvolvimento da tecnologia financeira por meio da cooperação internacional. É um consenso mundial a construção de uma comunidade com um futuro compartilhado para a humanidade, utilizando a sabedoria coletiva e proporcionando benefícios a todos, conforme demonstram os diálogos e intercâmbios no IFF.

FONTE International Finance Forum