Pesquisa da Fipe revela que iFood responde por R$ 32 bi do PIB nacional em 2020

SAO PAULO, 17 de dezembro de 2021 /PRNewswire/ -- O estudo Impacto Socioeconômico das Operações do iFood no Brasil, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), revela que as operações da empresa movimentaram R$31,8 bilhões em 2020 - o equivalente a 0,43% do PIB nacional. 

"No iFood, acreditamos que o desenvolvimento do nosso negócio está diretamente relacionado com o desenvolvimento do país, com a geração de renda e de novas oportunidades para todos. O estudo da FIPE traz informações importantes que nos ajudam a identificar mais do perfil desses trabalhadores, a remuneração frente a outras ocupações e características regionais do mercado de trabalho", Lucas Pittioni, diretor de Políticas Públicas do iFood.

Em relação ao mercado de trabalho, a pesquisa indicou que o iFood gerou cerca de 730 mil postos de trabalho, o equivalente a 0,72% da população ocupada em 2020. Além disso, para cada 100 empregos diretos, são gerados 60 empregos adicionais na economia brasileira, o que inclui os efeitos indiretos e induzidos na cadeia de valor associada ao iFood. 

Para cada R$1.000 gastos pelo consumidor na plataforma iFood, são gerados R$1.414 adicionais na economia brasileira. Se olharmos a arrecadação de tributos, a cada R$1 arrecadado em impostos pelas atividades do iFood, outro R$1,11 é arrecadado em sua cadeia (ICMS, IPI, ISS e outros).

Encomendado pelo iFood e realizado pela Fipe, o estudo mostra também que os ganhos médios dos entregadores por hora trabalhada na plataforma são 165,5% maior que a remuneração por hora que esses trabalhadores teriam no mercado tradicional. 

"Um dos objetivos do estudo foi avaliar a natureza e a magnitude das ligações produtivas das operações do iFood, revelando as interdependências entre as decisões de consumidores e produtores intermediadas pela empresa", explica  o professor Eduardo Amaral Haddad, um dos responsáveis pela pesquisa da Fipe. Segundo ele, o objetivo foi quantificar os impactos da plataforma de entrega sobre a economia real, proporcionando uma perspectiva desagregada de sua cadeia de valor. 

"As discussões atuais sobre a regulamentação de tais serviços requerem informações consistentes para enriquecer o debate público e construir narrativas para envolver as partes interessadas na tomada de decisões. A avaliação dos impactos econômicos sistêmicos acrescenta a essa discussão uma dimensão importante, evidenciando a contribuição de atividades do iFood para a geração de valor agregado e a criação de empregos nas economias locais e nacional", diz ele. 

"O iFood tem atuado proativamente para a construção de uma regulação que garanta proteção social, segurança e garantia de ganhos mínimos para os trabalhadores de plataformas digitais", afirma Lucas Pittioni, diretor de Políticas Públicas do iFood.

FONTE iFood

SAO PAULO, 17 de dezembro de 2021 /PRNewswire/ -- O estudo Impacto Socioeconômico das Operações do iFood no Brasil, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), revela que as operações da empresa movimentaram R$31,8 bilhões em 2020 - o equivalente a 0,43% do PIB nacional. 

"No iFood, acreditamos que o desenvolvimento do nosso negócio está diretamente relacionado com o desenvolvimento do país, com a geração de renda e de novas oportunidades para todos. O estudo da FIPE traz informações importantes que nos ajudam a identificar mais do perfil desses trabalhadores, a remuneração frente a outras ocupações e características regionais do mercado de trabalho", Lucas Pittioni, diretor de Políticas Públicas do iFood.

Em relação ao mercado de trabalho, a pesquisa indicou que o iFood gerou cerca de 730 mil postos de trabalho, o equivalente a 0,72% da população ocupada em 2020. Além disso, para cada 100 empregos diretos, são gerados 60 empregos adicionais na economia brasileira, o que inclui os efeitos indiretos e induzidos na cadeia de valor associada ao iFood. 

Para cada R$1.000 gastos pelo consumidor na plataforma iFood, são gerados R$1.414 adicionais na economia brasileira. Se olharmos a arrecadação de tributos, a cada R$1 arrecadado em impostos pelas atividades do iFood, outro R$1,11 é arrecadado em sua cadeia (ICMS, IPI, ISS e outros).

Encomendado pelo iFood e realizado pela Fipe, o estudo mostra também que os ganhos médios dos entregadores por hora trabalhada na plataforma são 165,5% maior que a remuneração por hora que esses trabalhadores teriam no mercado tradicional. 

"Um dos objetivos do estudo foi avaliar a natureza e a magnitude das ligações produtivas das operações do iFood, revelando as interdependências entre as decisões de consumidores e produtores intermediadas pela empresa", explica  o professor Eduardo Amaral Haddad, um dos responsáveis pela pesquisa da Fipe. Segundo ele, o objetivo foi quantificar os impactos da plataforma de entrega sobre a economia real, proporcionando uma perspectiva desagregada de sua cadeia de valor. 

"As discussões atuais sobre a regulamentação de tais serviços requerem informações consistentes para enriquecer o debate público e construir narrativas para envolver as partes interessadas na tomada de decisões. A avaliação dos impactos econômicos sistêmicos acrescenta a essa discussão uma dimensão importante, evidenciando a contribuição de atividades do iFood para a geração de valor agregado e a criação de empregos nas economias locais e nacional", diz ele. 

"O iFood tem atuado proativamente para a construção de uma regulação que garanta proteção social, segurança e garantia de ganhos mínimos para os trabalhadores de plataformas digitais", afirma Lucas Pittioni, diretor de Políticas Públicas do iFood.

FONTE iFood

Você acabou de ler:

Pesquisa da Fipe revela que iFood responde por R$ 32 bi do PIB nacional em 2020

Compartilhe

https://prnewswire.com.br/releases/pesquisa-da-fipe-revela-que-ifood-responde-por-r-32-bi-do-pib-nacional-em-2020/