Pesquisa demonstra reação positiva frente à crise

SÃO PAULO, 28 de setembro de 2020 /PRNewswire/ -- A Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil traz a sexta edição da pesquisa "Impactos da pandemia no cenário nacional" que realiza entre empresas associadas desde o início do distanciamento social causado pela pandemia. Resultados apurados em setembro apontam sinais de boa recuperação das atividades econômicas. O primeiro sinal se revela na questão que mede queda do faturamento das empresas. Em abril deste ano, 85% das empresas que responderam à pesquisa afirmaram que sentiam considerável redução. Já em setembro, o porcentual caiu para 54%, embora represente ainda mais da metade de empresas que sentem forte impacto.

Na outra ponta da avaliação, 36% das empresas afirmaram ter seu faturamento ampliado entre abril e setembro. Na primeira edição esse número era de 8%. Cerca de 11% informam não sofrer alterações de faturamento nos últimos 30 dias. Da mesma forma que o faturamento, as operações das empresas têm boa reação com o passar dos meses. O número de empresas com redução maior de 20% nas atividades caiu de 63% na primeira edição para 40% em julho e 34% em setembro.

Entre outros itens consultados, a contratação de serviços também foi parâmetro para medir desempenho. Hoje, 34% das empresas afirmam que reduziram a contratação, contra 48% em abril. Já a intenção em renegociar contratos caiu de 42% para 25%. "Nossa pesquisa pretende levantar as dificuldades do empresariado e propor alternativas para enfrentar a crise", afirma Virginia Vaamonde, CEO da entidade. Essa ação se reflete na parte da pesquisa que mede as ações emergenciais adotadas pelas empresas. Nos últimos 30 dias, 23% delas não realizaram nenhuma atividade emergencial. Economizar em serviços essenciais e reduzir ou remanejar funcionários têm sido as ações mais comuns entre as empresas.

Outro resultado demonstra que o adiamento de pagamento a fornecedores caiu de 48% na primeira edição para 24% agora. Outra movimentação foi o replanejamento de pagamentos, que no início da pandemia tinha sido adotado por 59% das empresas e no último mês, passou para 26%.

Pode-se destacar também as vendas pelos meios digitais, que continuam em alta. A adoção de marketplaces e e-commerce para atingir o consumidor saltou de 14% na primeira edição para 30% na sexta. A mesma tendência pode ser observada para redes sociais e varejos online. Importante destacar que apenas 2% das empresas afirmaram não estar conseguindo vender seus produtos, sendo que em abril eram 34%.

Contato: DFreire – marcelodanil@dfreire.com.br , 13.99741-8833

FONTE GS1 Brasil

SÃO PAULO, 28 de setembro de 2020 /PRNewswire/ -- A Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil traz a sexta edição da pesquisa "Impactos da pandemia no cenário nacional" que realiza entre empresas associadas desde o início do distanciamento social causado pela pandemia. Resultados apurados em setembro apontam sinais de boa recuperação das atividades econômicas. O primeiro sinal se revela na questão que mede queda do faturamento das empresas. Em abril deste ano, 85% das empresas que responderam à pesquisa afirmaram que sentiam considerável redução. Já em setembro, o porcentual caiu para 54%, embora represente ainda mais da metade de empresas que sentem forte impacto.

Na outra ponta da avaliação, 36% das empresas afirmaram ter seu faturamento ampliado entre abril e setembro. Na primeira edição esse número era de 8%. Cerca de 11% informam não sofrer alterações de faturamento nos últimos 30 dias. Da mesma forma que o faturamento, as operações das empresas têm boa reação com o passar dos meses. O número de empresas com redução maior de 20% nas atividades caiu de 63% na primeira edição para 40% em julho e 34% em setembro.

Entre outros itens consultados, a contratação de serviços também foi parâmetro para medir desempenho. Hoje, 34% das empresas afirmam que reduziram a contratação, contra 48% em abril. Já a intenção em renegociar contratos caiu de 42% para 25%. "Nossa pesquisa pretende levantar as dificuldades do empresariado e propor alternativas para enfrentar a crise", afirma Virginia Vaamonde, CEO da entidade. Essa ação se reflete na parte da pesquisa que mede as ações emergenciais adotadas pelas empresas. Nos últimos 30 dias, 23% delas não realizaram nenhuma atividade emergencial. Economizar em serviços essenciais e reduzir ou remanejar funcionários têm sido as ações mais comuns entre as empresas.

Outro resultado demonstra que o adiamento de pagamento a fornecedores caiu de 48% na primeira edição para 24% agora. Outra movimentação foi o replanejamento de pagamentos, que no início da pandemia tinha sido adotado por 59% das empresas e no último mês, passou para 26%.

Pode-se destacar também as vendas pelos meios digitais, que continuam em alta. A adoção de marketplaces e e-commerce para atingir o consumidor saltou de 14% na primeira edição para 30% na sexta. A mesma tendência pode ser observada para redes sociais e varejos online. Importante destacar que apenas 2% das empresas afirmaram não estar conseguindo vender seus produtos, sendo que em abril eram 34%.

Contato: DFreire – marcelodanil@dfreire.com.br , 13.99741-8833

FONTE GS1 Brasil

Você acabou de ler:

Pesquisa demonstra reação positiva frente à crise

Compartilhe

https://prnewswire.com.br/releases/pesquisa-demonstra-reacao-positiva-frente-a-crise/