Populos vê na hiperconvergencia o futuro do Datacenter

SAO PAULO, 28 de abril de 2021 /PRNewswire/ -- "Fazer mais com menos" é uma estratégia que torna empresas mais competitivas e assertivas na hora de escolher um modelo operacional. Não é por acaso que, cada vez mais, as companhias almejam administrar estruturas mais enxutas, sem perder a eficiência nos processos cotidianos, nem o engajamento dos colaboradores. Especialmente no rol das maiores organizações, que lidam com grandes redes corporativas e bancos de dados robustos, a modernização dos datacenters se tornou uma necessidade de mercado, como meio de otimizar operações sem colocar em risco informações críticas ou sigilosas.

Nesse cenário, a hiperconvergência vem se consolidando como um dos grandes aliados das áreas de TI nesse sentido e ganhou, inclusive, posição de destaque no Quadrante Mágico do instituto Gartner - consultoria norte-americana reconhecida mundialmente, que desde 1979 elabora relatórios que balizam o mercado de TI em âmbito global - como uma das tendências em destaque no setor de tecnologia.

Num momento em que transformação digital saiu da ficção e se tornou diferencial competitivo, a hiperconvergência ajuda empresas a aprimorarem o negócio, elevando a convergência tradicional a um nível superior de excelência no gerenciamento dos datacenters. A última pesquisa divulgada pelo Gartner apontava que, em 2020, cerca de 20% dos aplicativos críticos que rodavam em infraestruturas convencionais de TI seriam migrados para sistemas hiperconvergentes.

E as previsões estavam corretas. Nos últimos anos, o número de empresas de diferentes segmentos, que optaram por soluções de hiperconvergência para simplificar o armazenamento e o processamento de dados, na mesma medida em que passaram a contar com mais agilidade e segurança nas tarefas do dia a dia, cresceu exponencialmente.

Na prática, unificar armazenamento, computação e redes em um único equipamento permite às companhias utilizarem estruturas mais inteligentes e escaláveis, que podem ser mensuradas e remanejadas à medida das necessidades. Modernizar o datacenter com uma solução hiperconvergente significa contar com uma plataforma resiliente, que suporta até mesmo as cargas de trabalho mais pesadas, dentro de um cluster dinâmico que combina hardware e software.

Ou seja, a necessidade de grandes espaços para comportar infraestruturas gigantescas, entre servidores e máquinas de backup são coisa do passado. Hoje em dia, alguns metros quadrados são suficientes e, para a ampliação do sistema, e não é necessário rever a arquitetura do local. Basta ao usuário dedicar algumas "gavetas" livres nos racks já utilizados, ou instalar outros, para a implantação de novos dispositivos, numa composição modular e flexível. Além da redução de espaços físicos, a integração de aplicativos e equipamentos numa solução hiperconvergente ainda resulta em economia com energia elétrica, refrigeração e manutenção.

Mas, e os dados? Estruturas convencionais demandam infinidade de discos rígidos para storage das informações e outros tantos para cópias de segurança. Mas o advento do cloud computing e a possibilidade de utilizar nuvens públicas, privadas, ou as duas (nuvem híbrida), mudou os paradigmas do armazenamento num caminho sem volta.

Por Paulo Asano, CEO da Populos  

FONTE Populos

SAO PAULO, 28 de abril de 2021 /PRNewswire/ -- "Fazer mais com menos" é uma estratégia que torna empresas mais competitivas e assertivas na hora de escolher um modelo operacional. Não é por acaso que, cada vez mais, as companhias almejam administrar estruturas mais enxutas, sem perder a eficiência nos processos cotidianos, nem o engajamento dos colaboradores. Especialmente no rol das maiores organizações, que lidam com grandes redes corporativas e bancos de dados robustos, a modernização dos datacenters se tornou uma necessidade de mercado, como meio de otimizar operações sem colocar em risco informações críticas ou sigilosas.

Nesse cenário, a hiperconvergência vem se consolidando como um dos grandes aliados das áreas de TI nesse sentido e ganhou, inclusive, posição de destaque no Quadrante Mágico do instituto Gartner - consultoria norte-americana reconhecida mundialmente, que desde 1979 elabora relatórios que balizam o mercado de TI em âmbito global - como uma das tendências em destaque no setor de tecnologia.

Num momento em que transformação digital saiu da ficção e se tornou diferencial competitivo, a hiperconvergência ajuda empresas a aprimorarem o negócio, elevando a convergência tradicional a um nível superior de excelência no gerenciamento dos datacenters. A última pesquisa divulgada pelo Gartner apontava que, em 2020, cerca de 20% dos aplicativos críticos que rodavam em infraestruturas convencionais de TI seriam migrados para sistemas hiperconvergentes.

E as previsões estavam corretas. Nos últimos anos, o número de empresas de diferentes segmentos, que optaram por soluções de hiperconvergência para simplificar o armazenamento e o processamento de dados, na mesma medida em que passaram a contar com mais agilidade e segurança nas tarefas do dia a dia, cresceu exponencialmente.

Na prática, unificar armazenamento, computação e redes em um único equipamento permite às companhias utilizarem estruturas mais inteligentes e escaláveis, que podem ser mensuradas e remanejadas à medida das necessidades. Modernizar o datacenter com uma solução hiperconvergente significa contar com uma plataforma resiliente, que suporta até mesmo as cargas de trabalho mais pesadas, dentro de um cluster dinâmico que combina hardware e software.

Ou seja, a necessidade de grandes espaços para comportar infraestruturas gigantescas, entre servidores e máquinas de backup são coisa do passado. Hoje em dia, alguns metros quadrados são suficientes e, para a ampliação do sistema, e não é necessário rever a arquitetura do local. Basta ao usuário dedicar algumas "gavetas" livres nos racks já utilizados, ou instalar outros, para a implantação de novos dispositivos, numa composição modular e flexível. Além da redução de espaços físicos, a integração de aplicativos e equipamentos numa solução hiperconvergente ainda resulta em economia com energia elétrica, refrigeração e manutenção.

Mas, e os dados? Estruturas convencionais demandam infinidade de discos rígidos para storage das informações e outros tantos para cópias de segurança. Mas o advento do cloud computing e a possibilidade de utilizar nuvens públicas, privadas, ou as duas (nuvem híbrida), mudou os paradigmas do armazenamento num caminho sem volta.

Por Paulo Asano, CEO da Populos  

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