PoupaBrasil diz que jovens precisam dar significado ao dinheiro se quiserem sair do vermelho

Para o CEO do PoupaBrasil, Cláudio Ferro, a educação financeira tem de começar nas famílias, que precisam discutir mais sobre investimentos e consumo

SÃO PAULO, 15 de maio de 2019 /PRNewswire/ -- Os resultados de uma pesquisa recente reforçam a falta de educação financeira dos brasileiros, uma característica marcante de uma cultura que não dá significado ao dinheiro e compromete o futuro dos jovens no país. Quatro entre 10 pessoas de 18 até 24 anos estão ou já estiveram com o nome sujo, segundo estudo da Câmara Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Serasa.

De acordo com o levantamento, os brasileiros no início da vida adulta acabam perdendo o controle de suas finanças pessoais e encarando endividamentos provocados pela compra bens de consumo. O estudo mostra também o comprometimento desses jovens com despesas domésticas, além do impacto do desemprego.

Para Cláudio Ferro, CEO do PoupaBrasil, fintech de investimentos - líder em renda fixa -, os jovens estão no vermelho, porque muitos não questionam o custo do crédito - em geral, ainda vivem com os pais e são influenciados pelos amigos, as redes sociais e a mídia. Geralmente, também são mal informados, dispostos a consumir de forma irresponsável, sem levar em consideração as consequências da inadimplência.

Dados do Banco Central reforçam a dificuldade do brasileiro na administração de seu dinheiro. Dos países da América do Sul, o Brasil (14,6%) aparece apenas à frente de Venezuela (13,1%) no ranking que mostra a relação entre poupança e o Produto Interno Bruto. Pela frente, estão Equador (24,7%), Paraguai (22,6), Peru (20,3%), Chile (19,5%), Colômbia (17,2%), Bolívia (16,9%), Argentina (15,4%) e Uruguai (15,2%).

O caminho da mudança 

A educação financeira deve começar nas famílias. Na opinião de Ferro, os pais devem levar até seus filhos a ideia de poupança e planejamento financeiro. As conversas sobre o tema podem ocorrer de maneira informal durante as refeições e em situações mais organizadas, com métodos e exemplos simples. "As discussões devem passar pelo futuro na universidade, pela decisão de viagens, compra de um imóvel e pela previdência privada. Os jovens precisam dar significado ao dinheiro para que consumam com consciência e consigam criar uma mentalidade de longo prazo", diz.  

O executivo do PoupaBrasil lembra que vivemos uma cultura no Brasil cheia de mitos e preconceitos. "Nossos pais nos ensinaram que devemos poupar para uma emergência ou uma doença. Ou ainda que precisamos guardar nosso dinheiro para fugir de uma situação de pobreza na velhice". Em todas essas situações, o dinheiro fica ligado a algo ruim. É necessário agora reverter esse pensamento, associando o investimento a experiências de vida e consumo que traduzam significado", destaca.

Sobre o PoupaBrasil

Somos uma fintech de investimentos, o único marketplace especializado em renda fixa no Brasil, que opera com a garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Criado há três anos, o PoupaBrasil é o resultado da união de instituições financeiras de pequeno porte, com o apoio institucional da Acrefi, para democratizar o acesso da grande maioria dos brasileiros - que hoje estão limitados ao modelo da caderneta de poupança - a um portfólio de investimentos de renda fixa com maior rentabilidade e com a mesma segurança.

Serviço:

PoupaBrasil Investimentos - https://www.poupabrasil.com.br/

Encontro de Valor (território de conteúdo da marca) - http://blog.poupabrasil.com.br/

Facebook: https://www.facebook.com/poupabrasil/

Contatos de Mídia

Brain A/G – The startup agency

Priscila Carvalhopriscila@braincomunicacao.com | + 55 11 94903 1252

 

FONTE PoupaBrasil - Associação para Desenvolvimento e Operação de Sistema de Captação Compartilhada

Para o CEO do PoupaBrasil, Cláudio Ferro, a educação financeira tem de começar nas famílias, que precisam discutir mais sobre investimentos e consumo

SÃO PAULO, 15 de maio de 2019 /PRNewswire/ -- Os resultados de uma pesquisa recente reforçam a falta de educação financeira dos brasileiros, uma característica marcante de uma cultura que não dá significado ao dinheiro e compromete o futuro dos jovens no país. Quatro entre 10 pessoas de 18 até 24 anos estão ou já estiveram com o nome sujo, segundo estudo da Câmara Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Serasa.

De acordo com o levantamento, os brasileiros no início da vida adulta acabam perdendo o controle de suas finanças pessoais e encarando endividamentos provocados pela compra bens de consumo. O estudo mostra também o comprometimento desses jovens com despesas domésticas, além do impacto do desemprego.

Para Cláudio Ferro, CEO do PoupaBrasil, fintech de investimentos - líder em renda fixa -, os jovens estão no vermelho, porque muitos não questionam o custo do crédito - em geral, ainda vivem com os pais e são influenciados pelos amigos, as redes sociais e a mídia. Geralmente, também são mal informados, dispostos a consumir de forma irresponsável, sem levar em consideração as consequências da inadimplência.

Dados do Banco Central reforçam a dificuldade do brasileiro na administração de seu dinheiro. Dos países da América do Sul, o Brasil (14,6%) aparece apenas à frente de Venezuela (13,1%) no ranking que mostra a relação entre poupança e o Produto Interno Bruto. Pela frente, estão Equador (24,7%), Paraguai (22,6), Peru (20,3%), Chile (19,5%), Colômbia (17,2%), Bolívia (16,9%), Argentina (15,4%) e Uruguai (15,2%).

O caminho da mudança 

A educação financeira deve começar nas famílias. Na opinião de Ferro, os pais devem levar até seus filhos a ideia de poupança e planejamento financeiro. As conversas sobre o tema podem ocorrer de maneira informal durante as refeições e em situações mais organizadas, com métodos e exemplos simples. "As discussões devem passar pelo futuro na universidade, pela decisão de viagens, compra de um imóvel e pela previdência privada. Os jovens precisam dar significado ao dinheiro para que consumam com consciência e consigam criar uma mentalidade de longo prazo", diz.  

O executivo do PoupaBrasil lembra que vivemos uma cultura no Brasil cheia de mitos e preconceitos. "Nossos pais nos ensinaram que devemos poupar para uma emergência ou uma doença. Ou ainda que precisamos guardar nosso dinheiro para fugir de uma situação de pobreza na velhice". Em todas essas situações, o dinheiro fica ligado a algo ruim. É necessário agora reverter esse pensamento, associando o investimento a experiências de vida e consumo que traduzam significado", destaca.

Sobre o PoupaBrasil

Somos uma fintech de investimentos, o único marketplace especializado em renda fixa no Brasil, que opera com a garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Criado há três anos, o PoupaBrasil é o resultado da união de instituições financeiras de pequeno porte, com o apoio institucional da Acrefi, para democratizar o acesso da grande maioria dos brasileiros - que hoje estão limitados ao modelo da caderneta de poupança - a um portfólio de investimentos de renda fixa com maior rentabilidade e com a mesma segurança.

Serviço:

PoupaBrasil Investimentos - https://www.poupabrasil.com.br/

Encontro de Valor (território de conteúdo da marca) - http://blog.poupabrasil.com.br/

Facebook: https://www.facebook.com/poupabrasil/

Contatos de Mídia

Brain A/G – The startup agency

Priscila Carvalhopriscila@braincomunicacao.com | + 55 11 94903 1252

 

FONTE PoupaBrasil - Associação para Desenvolvimento e Operação de Sistema de Captação Compartilhada

Você acabou de ler:

PoupaBrasil diz que jovens precisam dar significado ao dinheiro se quiserem sair do vermelho

Compartilhe

https://prnewswire.com.br/releases/poupabrasil-diz-que-jovens-precisam-dar-significado-ao-dinheiro-se-quiserem-sair-do-vermelho/