'Quanto mais rápido recuperarmos a saúde, mais rápido recuperamos a economia', diz Rodrigo Garcia em LIDE Live

Para o vice-governador de SP, iniciativas devem se concentrar em salvar vidas para haver retomada do crescimento econômico no futuro; ação básica tem de vir do BC e BNDES, afirma Meirelles

SÃO PAULO, 3 de abril de 2020 /PRNewswire/ -- O LIDE – Grupo de Líderes Empresariais promoveu nesta sexta-feira, 3 de abril, o LIDE Live, evento on-line com o vice-governador paulista, Rodrigo Garcia, e com Henrique Meirelles, secretário da Fazenda e Planejamento do estado. Em uma hora, Garcia e Meirelles palestraram sobre as "Ações do governo de São Paulo para proteger a economia" e responderam aos questionamentos de grandes empresários e lideranças de diversos setores da economia.

De acordo com Garcia, as ações estão voltadas para a preparação do sistema público de saúde a fim de enfrentar a epidemia. "O governo federal deve liderar os trabalhos de retomada econômica. Neste momento, a solidariedade, o apoio e a inovação do setor produtivo, em colaboração com o governo, serão fundamentais para mostrar uma luz para o futuro econômico de todos", pontuou o vice-governador. A opinião é compartilhada por Meirelles: "A ação básica tem de vir do governo federal por meio dos dois maiores bancos do país, que são o Banco Central e o BNDES".

"A consequência da crise de saúde é a crise econômica. Não se pode inverter isso. Temos de atuar na causa, que é a pandemia, temos de conter a contaminação. Não é só porque essa medida protege vidas; é a melhor decisão do ponto de vista econômico. Quanto mais rápido recuperarmos a saúde, mais rápido recuperamos a economia", sentenciou Meirelles.

Para o secretário, as medidas econômicas do governo estadual visam manter os suprimentos e canais de abastecimento. Entre elas, está o adiamento do recolhimento de ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) de empresas inscritas no Simples Nacional por 90 dias. A medida visa dar um alívio ao caixa de empresas com receita bruta anual de até R$ 4,8 milhões durante o período de quarentena imposto pela pandemia.

Meirelles frisou que São Paulo não pode entrar em colapso. "É preciso manter a possibilidade de se montar hospitais, pagar equipamentos como respiradores e máscaras, contratar profissionais etc. O estado tem de continuar funcionando. A arrecadação, que já está caindo, tem de ser mantida num nível possível; não se pode dar uma isenção generalizada".

"São Paulo é a rede estadual mais preparada do país para enfrentar a epidemia. E o estado tem uma das quarentenas menos restritivas do Brasil. A quarentena dá este tempo fundamental para não termos de passar o que a Itália está passando, de ter de escolher quem vive", concluiu Garcia.

O LIDE Live teve patrocínio de Alliz, Carrefour, Mondelli, Souza Cruz e Touch ID.

FONTE LIDE

Para o vice-governador de SP, iniciativas devem se concentrar em salvar vidas para haver retomada do crescimento econômico no futuro; ação básica tem de vir do BC e BNDES, afirma Meirelles

SÃO PAULO, 3 de abril de 2020 /PRNewswire/ -- O LIDE – Grupo de Líderes Empresariais promoveu nesta sexta-feira, 3 de abril, o LIDE Live, evento on-line com o vice-governador paulista, Rodrigo Garcia, e com Henrique Meirelles, secretário da Fazenda e Planejamento do estado. Em uma hora, Garcia e Meirelles palestraram sobre as "Ações do governo de São Paulo para proteger a economia" e responderam aos questionamentos de grandes empresários e lideranças de diversos setores da economia.

De acordo com Garcia, as ações estão voltadas para a preparação do sistema público de saúde a fim de enfrentar a epidemia. "O governo federal deve liderar os trabalhos de retomada econômica. Neste momento, a solidariedade, o apoio e a inovação do setor produtivo, em colaboração com o governo, serão fundamentais para mostrar uma luz para o futuro econômico de todos", pontuou o vice-governador. A opinião é compartilhada por Meirelles: "A ação básica tem de vir do governo federal por meio dos dois maiores bancos do país, que são o Banco Central e o BNDES".

"A consequência da crise de saúde é a crise econômica. Não se pode inverter isso. Temos de atuar na causa, que é a pandemia, temos de conter a contaminação. Não é só porque essa medida protege vidas; é a melhor decisão do ponto de vista econômico. Quanto mais rápido recuperarmos a saúde, mais rápido recuperamos a economia", sentenciou Meirelles.

Para o secretário, as medidas econômicas do governo estadual visam manter os suprimentos e canais de abastecimento. Entre elas, está o adiamento do recolhimento de ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) de empresas inscritas no Simples Nacional por 90 dias. A medida visa dar um alívio ao caixa de empresas com receita bruta anual de até R$ 4,8 milhões durante o período de quarentena imposto pela pandemia.

Meirelles frisou que São Paulo não pode entrar em colapso. "É preciso manter a possibilidade de se montar hospitais, pagar equipamentos como respiradores e máscaras, contratar profissionais etc. O estado tem de continuar funcionando. A arrecadação, que já está caindo, tem de ser mantida num nível possível; não se pode dar uma isenção generalizada".

"São Paulo é a rede estadual mais preparada do país para enfrentar a epidemia. E o estado tem uma das quarentenas menos restritivas do Brasil. A quarentena dá este tempo fundamental para não termos de passar o que a Itália está passando, de ter de escolher quem vive", concluiu Garcia.

O LIDE Live teve patrocínio de Alliz, Carrefour, Mondelli, Souza Cruz e Touch ID.

FONTE LIDE