Quinta edição do Índice da CBI classifica Dominica e São Cristóvão e Névis como melhores países para cidadania por investimento

LONDRES, 18 de agosto de 2021 /PRNewswire/ --Em 18 de agosto, a revista Professional Wealth Management (PWM), uma publicação do Financial Times, publicou a quinta edição de seu relatório anual: "A Guide to Global Citizenship: The 2021 CBI Index". O estudo avalia todos os programas ativos de cidadania por investimento (CBI) do mundo utilizando nove pilares que são considerados as maiores prioridades para investidores que buscam se inscrever nesses programas. Esses pilares são liberdade de ir e vir, padrão de vida, investimento mínimo a ser realizado, viagem ou residência obrigatória, cronograma de cidadania, facilidade de processamento, devida diligência, família e certeza de produto.

 

Na edição deste ano do relatório anual, tanto a Comunidade da Dominica quanto a Federação de São Cristóvão e Névis dividiram o primeiro lugar na classificação como os países com o melhor programa de CBI. No caso de Dominica, 2021 marca o quinto ano consecutivo em que a ilha foi coroada como a melhor opção para segunda cidadania. No entanto, é a primeira vez que São Cristóvão e Névis também chegou ao primeiro lugar.

Ambos os países receberam pontuações perfeitas por sua falta de requisitos obrigatórios de viagem ou residência para os candidatos, além de seus processos simples, procedimentos de devida diligência e estruturas favoráveis à família. Além disso, Dominica obteve pontuação máxima nos pilares de investimento mínimo a ser realizado e de certeza de produto, enquanto São Cristóvão e Névis, pelo segundo ano consecutivo, foi o único país a receber notas máximas no pilar de cronograma de cidadania. Isso se deve ao processo de solicitação acelerado do país, que concede a cidadania aos candidatos aprovados no prazo de 60 dias. Embora, em alguns casos, o processo possa demorar apenas 45 dias.

O Caribe, mais uma vez, ocupou os cinco primeiros lugares no relatório de 2021, com Grenada, Santa Lúcia e Antígua e Barbuda vindo após Dominica e São Cristóvão e Névis. Com décadas de experiência no setor compartilhados entre os cinco países, os programas de CBI da região evoluíram rapidamente para atender às novas prioridades dos investidores durante a pandemia da COVID-19. Entre essas mudanças estão a redução por tempo limitado dos valores limite de investimento, como mostrado em Santa Lúcia e em São Cristóvão e Névis, e a expansão da inclusão familiar ao permitir que dependentes adicionais sejam incluídos nas solicitações de cidadania.

No geral, o setor de CBI passou por várias mudanças no ano passado, com novos países como o Egito entrando no grupo de opções, enquanto o Chipre aboliu seu programa de longa data. A demanda por programas de CBI em 2021 cresceu em interesse já que mais investidores fora dos mercados tradicionais começaram a buscar soluções legítimas para as restrições causadas pela pandemia.

Yuri Bender, editor-chefe da PWM, comentou: "Tanto os bancos privados quanto os escritórios de advocacia relatam um maior interesse entre os clientes em busca de novas cidadanias e passaportes desde o advento da pandemia. Comentaristas dizem que os investidores ricos só começaram a valorizar a mobilidade depois de terem sido privados dela abruptamente devido à COVID."

O setor se adaptou para atender às necessidades dessa demografia crescente: "Entre as tendências estão inclusão familiar, ênfase sustentada na devida diligência e supervisão crescente de projetos imobiliários disponíveis para investimentos em determinados programas de CBI", observou o relatório.

Clique aqui para baixar o relatório completo.

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FONTE CBI Index

LONDRES, 18 de agosto de 2021 /PRNewswire/ --Em 18 de agosto, a revista Professional Wealth Management (PWM), uma publicação do Financial Times, publicou a quinta edição de seu relatório anual: "A Guide to Global Citizenship: The 2021 CBI Index". O estudo avalia todos os programas ativos de cidadania por investimento (CBI) do mundo utilizando nove pilares que são considerados as maiores prioridades para investidores que buscam se inscrever nesses programas. Esses pilares são liberdade de ir e vir, padrão de vida, investimento mínimo a ser realizado, viagem ou residência obrigatória, cronograma de cidadania, facilidade de processamento, devida diligência, família e certeza de produto.

 

Na edição deste ano do relatório anual, tanto a Comunidade da Dominica quanto a Federação de São Cristóvão e Névis dividiram o primeiro lugar na classificação como os países com o melhor programa de CBI. No caso de Dominica, 2021 marca o quinto ano consecutivo em que a ilha foi coroada como a melhor opção para segunda cidadania. No entanto, é a primeira vez que São Cristóvão e Névis também chegou ao primeiro lugar.

Ambos os países receberam pontuações perfeitas por sua falta de requisitos obrigatórios de viagem ou residência para os candidatos, além de seus processos simples, procedimentos de devida diligência e estruturas favoráveis à família. Além disso, Dominica obteve pontuação máxima nos pilares de investimento mínimo a ser realizado e de certeza de produto, enquanto São Cristóvão e Névis, pelo segundo ano consecutivo, foi o único país a receber notas máximas no pilar de cronograma de cidadania. Isso se deve ao processo de solicitação acelerado do país, que concede a cidadania aos candidatos aprovados no prazo de 60 dias. Embora, em alguns casos, o processo possa demorar apenas 45 dias.

O Caribe, mais uma vez, ocupou os cinco primeiros lugares no relatório de 2021, com Grenada, Santa Lúcia e Antígua e Barbuda vindo após Dominica e São Cristóvão e Névis. Com décadas de experiência no setor compartilhados entre os cinco países, os programas de CBI da região evoluíram rapidamente para atender às novas prioridades dos investidores durante a pandemia da COVID-19. Entre essas mudanças estão a redução por tempo limitado dos valores limite de investimento, como mostrado em Santa Lúcia e em São Cristóvão e Névis, e a expansão da inclusão familiar ao permitir que dependentes adicionais sejam incluídos nas solicitações de cidadania.

No geral, o setor de CBI passou por várias mudanças no ano passado, com novos países como o Egito entrando no grupo de opções, enquanto o Chipre aboliu seu programa de longa data. A demanda por programas de CBI em 2021 cresceu em interesse já que mais investidores fora dos mercados tradicionais começaram a buscar soluções legítimas para as restrições causadas pela pandemia.

Yuri Bender, editor-chefe da PWM, comentou: "Tanto os bancos privados quanto os escritórios de advocacia relatam um maior interesse entre os clientes em busca de novas cidadanias e passaportes desde o advento da pandemia. Comentaristas dizem que os investidores ricos só começaram a valorizar a mobilidade depois de terem sido privados dela abruptamente devido à COVID."

O setor se adaptou para atender às necessidades dessa demografia crescente: "Entre as tendências estão inclusão familiar, ênfase sustentada na devida diligência e supervisão crescente de projetos imobiliários disponíveis para investimentos em determinados programas de CBI", observou o relatório.

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