RedHill Biopharma informa análise adicional de dados de Fase 2/3 incluindo redução de 62% na mortalidade com opaganibe administrado por via oral em pacientes com COVID-19 de gravidade moderada

62% de redução estatisticamente significativa na mortalidade demonstrada no grupo de pacientes com COVID-19 de gravidade moderada tratados com opaganibe em comparação com o grupo controlado por placebo (sete mortes no grupo de 117 pacientes tratados com opaganibe em comparação com 21 mortes no grupo de 134 pacientes que receberam placebo; valor nominal de p=0,019) 

21% de eficácia estatisticamente significativa com o opaganibe em conseguir respirar ar ambiente até o 14º dia, o desfecho primário do estudo (77% dos pacientes com opaganibe em comparação com 63,5% com placebo; valor nominal p=0,033) 

Uma média de alta hospitalar quatro dias mais cedo para pacientes tratados com opaganibe em comparação com o placebo (dez dias para o grupo do opaganibe em comparação com 14 dias do placebo), uma economia acumulada de 524 dias de hospitalização em todo o grupo até o 42º dia (valor nominal p=0,0195)  

O grupo com gravidade moderada da doença compreendia 53% dos participantes do estudo que necessitavam uma fração inspirada de oxigênio (FiO2) de até 60% na linha de base (oxigênio suplementar inalado via cateter nasal ou máscara facial) 

Os dados indicam um benefício potencial significativo com o opaganibe para esses pacientes hospitalizados com COVID-19 com gravidade moderada, um grupo com alto risco de progressão da doença, morbidade e mortalidade; os dados também apoiam o uso potencial do opaganibe em estágios iniciais da COVID-19, consistente com os resultados do estudo de Fase 2 do opaganibe e a potente inibição antiviral demonstrada das variantes do SARS-CoV-2 

A RedHill realizará um webcast na quinta-feira, 7 de outubro de 2021, às 8h30 EDT (horário de verão da costa leste dos EUA) para discutir ainda mais essas análises adicionais 

TEL AVIV, Israel e RALEIGH, Carolina do Norte, 6 de outubro de 2021 /PRNewswire/ -- A RedHill Biopharma Ltd. (Nasdaq: RDHL) ("RedHill" ou a "Empresa"), uma empresa biofarmacêutica especializada, informou hoje novos dados do estudo global de Fase 2/3 do opaganibe em pacientes hospitalizados com pneumonia grave causada pela COVID-19, que mostraram que o tratamento com opaganibe administrado por via oral (ABC294640)[1], em comparação com o grupo controlado por placebo, resultou em uma redução estatisticamente significativa de 62% na mortalidade, bem como resultados estatisticamente significativos no tempo para respirar ar ambiente e tempo médio para alta hospitalar em um grupo de 251 pacientes hospitalizados com COVID-19 com gravidade moderada, o que representa 53% dos 475 participantes do estudo.

Esses novos resultados importantes são de uma análise post-hoc de dados dos 251 participantes do estudo que necessitavam de uma fração inspirada de oxigênio (FiO2) de até 60% na linha de base. Os pacientes com FiO2 ≤ 60% ainda são considerados gravemente doentes e geralmente necessitam suplementação de oxigênio por meio de cateter nasal ou máscara facial.

"Esses novos resultados apoiam o potencial de uso do opaganibe em pacientes hospitalizados com gravidade moderada da COVID-19, um grupo importante de pacientes que apresentam alto risco de progressão da doença, morbidade e mortalidade e que podem se beneficiar das ações antiviral e anti-inflamatória combinadas do opaganibe", disse Mark L. Levitt, MD, PhD, diretor médico da RedHill. "Os resultados oferecem uma forte fundamentação para a eficácia potencial do opaganibe em pacientes hospitalizados que necessitam suplementação de oxigênio de FiO2 de até 60%, uma grande proporção dos pacientes hospitalizados com COVID-19. Os resultados do estudo de Fase 2/3 também são consistentes com os resultados anteriores do estudo de Fase 2 dos EUA do opaganibe e a potente inibição antiviral demonstrada de variantes do SARS-CoV-2 em células epiteliais brônquicas humanas, oferecendo mais suporte por seu potencial nos estágios iniciais da doença, em que a carga viral é mais alta."

"Estamos entusiasmados com esse conjunto de dados promissores e robustos. Não conhecemos nenhum outro novo tratamento em forma de comprimido oral que tenha demonstrado uma magnitude semelhante de diferença nos resultados de mortalidade de pacientes hospitalizados que estão nesse estágio de gravidade moderada da doença. Os dados indicam o potencial do opaganibe de oferecer uma opção eficaz, em forma de comprimido fácil de tomar e de distribuir, para ajudar a evitar a piora e a mortalidade dos pacientes", disse Dror Ben-Asher, CEO da RedHill. "Identificar a população-alvo mais relevante de pacientes é particularmente desafiador com novos medicamentos, novos mecanismos de ação e uma doença anteriormente desconhecida. Esse estudo e esses dados nos deram uma indicação clara de quais grupos de pacientes provavelmente se beneficiarão mais do opaganibe."

Análises do subgrupo de pacientes com FiO2 de até 60% do estudo de Fase 2/3 do opaganibe (n=251), a média aproximada para níveis de FiO2 no estudo, que foram tratados ou com opaganibe ou com placebo, além de terem recebido o padrão de atendimento (que inclui dexametasona e/ou remdesivir), demonstram benefício consistente em todos os desfechos, nesse subgrupo de pacientes hospitalizados e apresentando gravidade moderada da doença. Considerando as características post-hoc desse subgrupo, inferências estatísticas significativas não podem ser atribuídas formalmente (valores nominais apresentados). A empresa também realizou uma análise de sensibilidade para explicar a falta de interpretabilidade de dados[2]:

  • Mortalidade: o tratamento com opaganibe resultou em uma redução estatisticamente significativa de 62% na mortalidade (7/117 pacientes tratados com opaganibe em comparação com 21/134 com placebo; valor nominal p=0,019, risco relativo de 2,6) (análise de sensibilidade: 5/117 em comparação com 16/134, 64% de eficácia; valor nominal p=0,033, risco relativo de 2,8).

Também foi realizada uma análise detalhada dos fatores de risco da linha de base e seu impacto potencial sobre o resultado da mortalidade no grupo de análise de sensibilidade, que mostrou que o benefício é mantido de forma robusta independentemente dos subgrupos/fatores de risco, confirmando que o resultado positivo observado se deve ao opaganibe.

  • Conseguir respirar ar ambiente até o 14º dia (desfecho primário do estudo): 77% dos pacientes tratados com opaganibe conseguiram respirar ar ambiente até o 14º dia, em comparação com 63,5% com placebo, uma eficácia de 21% com o opaganibe (valor nominal p= 0,033).
  • Tempo médio para alta: os pacientes tratados com opaganibe mostraram tempo médio de dez dias para alta, em comparação com 14 dias para o grupo placebo, resultando em uma economia de quatro dias de hospitalização por paciente tratado com opaganibe e economizando um total de 524 dias acumulados de hospitalização em todo o grupo até o 42º dia, valor nominal p=0,0195
  • Segurança: os eventos adversos gerais foram equilibrados entre os grupos do opaganibe e do placebo, sugerindo boa segurança, sem o surgimento de novos sinais de segurança, o que apoia ainda mais o uso potencial nessa população de pacientes e em populações em estágios iniciais da doença. [3]

O estudo global de Fase 2/3 multicêntrico, randomizado, duplo cego, de braço paralelo e controlado por placebo inscreveu 475 indivíduos com pneumonia grave causada por COVID-19 que necessitavam hospitalização e tratamento com oxigênio suplementar. Os indivíduos foram randomizados na proporção de 1:1 para receber opaganibe ou placebo, além da terapia padrão de atendimento.

Os novos dados da análise do subgrupo seguem os resultados de primeira linha do estudo de Fase 2/3 da Empresa anunciados anteriormente. A análise dos dados de primeira linha ainda está em andamento, incluindo mais análises do potencial de aumento do benefício do tratamento com o opaganibe em pacientes em estágios iniciais da doença. A RedHill pretende discutir os resultados do estudo com os órgãos reguladores, incluindo a Agência de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA) e agências governamentais dos EUA, bem como outros órgãos reguladores, governos e agências internacionais, a fim de ajudar a determinar os próximos passos.

O opaganibe é um novo medicamento experimental de pequenas moléculas em forma de comprimido oral. O opaganibe tem um mecanismo de ação duplo anti-viral e anti-inflamatório exclusivo que age tanto sobre a causa quanto sobre o efeito da COVID-19. Acredita-se que ele exerça seu efeito antiviral inibindo seletivamente a esfingosina quinase-2 (SK2), uma importante enzima produzida nas células humanas que pode ser recrutada pelo vírus para dar suporte a sua replicação, e espera-se que seja eficaz contra variantes emergentes do vírus. Em análises pré-clínicas, ele já demonstrou forte inibição contra variantes de preocupação, como a Delta.

Informações sobre o webcast e a teleconferência: 

A Empresa realizará um webcast na quinta-feira, 7 de outubro de 2021, às 8h30 EDT (horário de verão da costa leste dos EUA), durante o qual se apresentará a análise adicional dos resultados do estudo de Fase 2/3 e se responderão perguntas.

O webcast, incluindo slides, será transmitido ao vivo no site da Empresa, https://www.redhillbio.com/investors/events-and-presentations/default.aspx, e ficará disponível para reprise durante 30 dias.

Para participar da teleconferência, ligue para um dos seguintes números 15 minutos antes do início da conferência: Estados Unidos: +1-877-870-9135; internacional: +1-646-741-3167; e Israel: +972-3-530-8845; o código de acesso da teleconferência é: 4785122. 

Sobre o opaganibe (ABC294640) 

O opaganibe, uma nova entidade química, é um inibidor seletivo da esfingosina quinase-2 (SK2) de primeira classe, de propriedade exclusiva, administrado via oral, com ação dupla anti-inflamatória e antiviral. O opaganibe tem o hospedeiro como alvo, e espera-se que seja eficaz contra as variantes emergentes do vírus. Ele já demonstrou forte inibição contra variantes de preocupação, como a Delta. O opaganibe também demonstrou ação anticâncer e resultados pré-clínicos positivos na fibrose renal, além de ter potencial para ser aplicado a diversas indicações oncológicas, virais, inflamatórias e gastrointestinais.

O opaganibe já apresentou dados positivos de Fase 2 nos EUA em pacientes com COVID-19 grave, os quais foram submetidos a avaliação por pares e foram publicados recentemente no medRxiv.

O opaganibe também recebeu a designação de medicamento órfão da FDA dos EUA para o tratamento de colangiocarcinoma e está sendo avaliado em um estudo de Fase 2a de colangiocarcinoma avançado e em um estudo de Fase 2 de câncer de próstata. Com base em uma análise preliminar de dados parciais não auditados, o estudo em andamento sobre câncer de próstata chegou a seu desfecho primário. O recrutamento, tratamento e análise dos pacientes nesse estudo estão em andamento.

O opaganibe demonstrou ação antiviral potente contra o SARS-CoV-2, o vírus que causa a COVID-19, inibindo a replicação viral de todas as variantes testadas até o momento em um modelo in vitro de tecido brônquico de pulmão humano. Além disso, estudos pré-clínicos in vivo demonstraram o potencial do opaganibe de melhorar doenças inflamatórias pulmonares, como a pneumonia, demonstraram o potencial do opaganibe de reduzir a fibrose renal e mostraram redução das taxas de mortalidade por infecção pelo vírus influenza e melhora na lesão pulmonar induzida por Pseudomonas aeruginosa, reduzindo os níveis de IL-6 e TNF-alfa em fluidos de lavado broncoalveolar[4].

Os estudos clínicos em andamento com o opaganibe estão registrados em www.ClinicalTrials.gov, um serviço baseado na internet do National Institute of Health dos EUA, que oferece acesso público a informações sobre estudos clínicos com apoio público e privado. 

Os resultados de primeira linha do estudo de Fase 2/3 da Empresa com o opaganibe são preliminares na natureza. A Empresa pretende examinar ainda mais os dados desse estudo de forma mais detalhada, juntamente com todas as informações coletadas durante o estudo, incluindo todas as medidas de segurança e resultados secundários. Essa análise pode resultar em descobertas novas ou inconsistentes com os dados de primeira linha divulgados nesse comunicado. Sendo assim, os investidores não devem considerar as análises informadas nesse comunicado como os resultados finais do estudo.

Sobre a RedHill Biopharma    

A RedHill Biopharma Ltd. (Nasdaq: RDHL) é uma empresa biofarmacêutica especializada dedicada principalmente a doenças gastrointestinais e infecciosas. A RedHill promove os medicamentos gastrointestinais Movantik® para constipação induzida por opioides em adultos[5]Talicia® para o tratamento de infecção por Helicobacter pylori (H. pylori) em adultos[6]Aemcolo® para o tratamento de diarreia de viajantes em adultos[7]. Os principais programas de desenvolvimento clínico de estágio final da RedHill incluem: (i) RHB-204, com um estudo de Fase 3 em andamento para a doença pulmonar por micobactérias não tuberculosas (NTM); (ii) opaganibe (ABC294640), um inibidor seletivo por via oral de primeira classe da SK2 inédito com múltiplas indicações com um programa de Fase 2/3 de COVID-19 e um programa de Fase 2 de câncer de próstata e colangiocarcinoma em andamento; (iii) RHB-107 (upamostat), inibidor da protease serina em um estudo de Fase 2/3 dos EUA como tratamento para a COVID-19 sintomática e várias outras doenças gastrointestinais inflamatórias e câncer; (iv) RHB-104, com resultados positivos de um primeiro estudo de Fase 3 para a doença de Crohn; (v) RHB-102 , com resultados positivos de um estudo de Fase 3 para gastroenterite aguda e gastrite e resultados positivos de um estudo de Fase 2 para a IBS-D; e (vi) RHB-106, um preparo intestinal encapsulado. Mais informações sobre a Empresa estão disponíveis em www.redhillbio.com / https://twitter.com/RedHillBio.

NOTA: Esse comunicado de imprensa, fornecido para fins de conveniência, é uma versão traduzida do comunicado de imprensa oficial publicado pela Empresa no idioma inglês. Para obter o comunicado de imprensa completo em inglês, incluindo a isenção de responsabilidade das declarações prospectivas, acesse: https://ir.redhillbio.com/press-releases

Contato da Empresa: 

Adi Frish

Diretor corporativo e de desenvolvimento de negócios

RedHill Biopharma

+972-54-6543-112

adi@redhillbio.com 

Contatos para a imprensa: 

EUA: Bryan Gibbs, Finn Partners

+1 212 529 2236

bryan.gibbs@finnpartners.com 

Reino Unido: Amber Fennell, Consilium

+44 (0) 7739 658 783  

fennell@consilium-comms.com 

[1] O opaganibe é um novo medicamento experimental, não disponível para distribuição comercial.

[2] Embora os fatores de risco gerais sejam equilibrados, estamos avaliando cada um individualmente para possíveis efeitos nos desfechos.

[3] Uma análise de segurança detalhada ainda está em andamento.

[4] Xia C. et al. A inibição transitória da esfingosina quinase confere proteção a camundongos infectados com o vírus influenza A. Antiviral Res. outubro de 2018; 158:171-177. Ebenezer DL et al. A Pseudomonas aeruginosa estimula a geração da esfingosina-1-fosfato nuclear e a regulação epigenética da lesão inflamatória pulmonar. Thorax. junho de 2019;74(6):579-591.

[5] As informações de prescrição completas do Movantik® (naloxegol) estão disponíveis em: www.Movantik.com

[6] As informações de prescrição completas do Talicia® (omeprazol magnésio, amoxicilina e rifabutina) estão disponíveis em: www.Talicia.com

[7] As informações de prescrição completas do Aemcolo® (rifamicina) estão disponíveis em: www.Aemcolo.com.

Logo - https://mma.prnewswire.com/media/1334141/RedHill_Biopharma_Logo.jpg

FONTE RedHill Biopharma Ltd.

62% de redução estatisticamente significativa na mortalidade demonstrada no grupo de pacientes com COVID-19 de gravidade moderada tratados com opaganibe em comparação com o grupo controlado por placebo (sete mortes no grupo de 117 pacientes tratados com opaganibe em comparação com 21 mortes no grupo de 134 pacientes que receberam placebo; valor nominal de p=0,019) 

21% de eficácia estatisticamente significativa com o opaganibe em conseguir respirar ar ambiente até o 14º dia, o desfecho primário do estudo (77% dos pacientes com opaganibe em comparação com 63,5% com placebo; valor nominal p=0,033) 

Uma média de alta hospitalar quatro dias mais cedo para pacientes tratados com opaganibe em comparação com o placebo (dez dias para o grupo do opaganibe em comparação com 14 dias do placebo), uma economia acumulada de 524 dias de hospitalização em todo o grupo até o 42º dia (valor nominal p=0,0195)  

O grupo com gravidade moderada da doença compreendia 53% dos participantes do estudo que necessitavam uma fração inspirada de oxigênio (FiO2) de até 60% na linha de base (oxigênio suplementar inalado via cateter nasal ou máscara facial) 

Os dados indicam um benefício potencial significativo com o opaganibe para esses pacientes hospitalizados com COVID-19 com gravidade moderada, um grupo com alto risco de progressão da doença, morbidade e mortalidade; os dados também apoiam o uso potencial do opaganibe em estágios iniciais da COVID-19, consistente com os resultados do estudo de Fase 2 do opaganibe e a potente inibição antiviral demonstrada das variantes do SARS-CoV-2 

A RedHill realizará um webcast na quinta-feira, 7 de outubro de 2021, às 8h30 EDT (horário de verão da costa leste dos EUA) para discutir ainda mais essas análises adicionais 

TEL AVIV, Israel e RALEIGH, Carolina do Norte, 6 de outubro de 2021 /PRNewswire/ -- A RedHill Biopharma Ltd. (Nasdaq: RDHL) ("RedHill" ou a "Empresa"), uma empresa biofarmacêutica especializada, informou hoje novos dados do estudo global de Fase 2/3 do opaganibe em pacientes hospitalizados com pneumonia grave causada pela COVID-19, que mostraram que o tratamento com opaganibe administrado por via oral (ABC294640)[1], em comparação com o grupo controlado por placebo, resultou em uma redução estatisticamente significativa de 62% na mortalidade, bem como resultados estatisticamente significativos no tempo para respirar ar ambiente e tempo médio para alta hospitalar em um grupo de 251 pacientes hospitalizados com COVID-19 com gravidade moderada, o que representa 53% dos 475 participantes do estudo.

Esses novos resultados importantes são de uma análise post-hoc de dados dos 251 participantes do estudo que necessitavam de uma fração inspirada de oxigênio (FiO2) de até 60% na linha de base. Os pacientes com FiO2 ≤ 60% ainda são considerados gravemente doentes e geralmente necessitam suplementação de oxigênio por meio de cateter nasal ou máscara facial.

"Esses novos resultados apoiam o potencial de uso do opaganibe em pacientes hospitalizados com gravidade moderada da COVID-19, um grupo importante de pacientes que apresentam alto risco de progressão da doença, morbidade e mortalidade e que podem se beneficiar das ações antiviral e anti-inflamatória combinadas do opaganibe", disse Mark L. Levitt, MD, PhD, diretor médico da RedHill. "Os resultados oferecem uma forte fundamentação para a eficácia potencial do opaganibe em pacientes hospitalizados que necessitam suplementação de oxigênio de FiO2 de até 60%, uma grande proporção dos pacientes hospitalizados com COVID-19. Os resultados do estudo de Fase 2/3 também são consistentes com os resultados anteriores do estudo de Fase 2 dos EUA do opaganibe e a potente inibição antiviral demonstrada de variantes do SARS-CoV-2 em células epiteliais brônquicas humanas, oferecendo mais suporte por seu potencial nos estágios iniciais da doença, em que a carga viral é mais alta."

"Estamos entusiasmados com esse conjunto de dados promissores e robustos. Não conhecemos nenhum outro novo tratamento em forma de comprimido oral que tenha demonstrado uma magnitude semelhante de diferença nos resultados de mortalidade de pacientes hospitalizados que estão nesse estágio de gravidade moderada da doença. Os dados indicam o potencial do opaganibe de oferecer uma opção eficaz, em forma de comprimido fácil de tomar e de distribuir, para ajudar a evitar a piora e a mortalidade dos pacientes", disse Dror Ben-Asher, CEO da RedHill. "Identificar a população-alvo mais relevante de pacientes é particularmente desafiador com novos medicamentos, novos mecanismos de ação e uma doença anteriormente desconhecida. Esse estudo e esses dados nos deram uma indicação clara de quais grupos de pacientes provavelmente se beneficiarão mais do opaganibe."

Análises do subgrupo de pacientes com FiO2 de até 60% do estudo de Fase 2/3 do opaganibe (n=251), a média aproximada para níveis de FiO2 no estudo, que foram tratados ou com opaganibe ou com placebo, além de terem recebido o padrão de atendimento (que inclui dexametasona e/ou remdesivir), demonstram benefício consistente em todos os desfechos, nesse subgrupo de pacientes hospitalizados e apresentando gravidade moderada da doença. Considerando as características post-hoc desse subgrupo, inferências estatísticas significativas não podem ser atribuídas formalmente (valores nominais apresentados). A empresa também realizou uma análise de sensibilidade para explicar a falta de interpretabilidade de dados[2]:

  • Mortalidade: o tratamento com opaganibe resultou em uma redução estatisticamente significativa de 62% na mortalidade (7/117 pacientes tratados com opaganibe em comparação com 21/134 com placebo; valor nominal p=0,019, risco relativo de 2,6) (análise de sensibilidade: 5/117 em comparação com 16/134, 64% de eficácia; valor nominal p=0,033, risco relativo de 2,8).

Também foi realizada uma análise detalhada dos fatores de risco da linha de base e seu impacto potencial sobre o resultado da mortalidade no grupo de análise de sensibilidade, que mostrou que o benefício é mantido de forma robusta independentemente dos subgrupos/fatores de risco, confirmando que o resultado positivo observado se deve ao opaganibe.

  • Conseguir respirar ar ambiente até o 14º dia (desfecho primário do estudo): 77% dos pacientes tratados com opaganibe conseguiram respirar ar ambiente até o 14º dia, em comparação com 63,5% com placebo, uma eficácia de 21% com o opaganibe (valor nominal p= 0,033).
  • Tempo médio para alta: os pacientes tratados com opaganibe mostraram tempo médio de dez dias para alta, em comparação com 14 dias para o grupo placebo, resultando em uma economia de quatro dias de hospitalização por paciente tratado com opaganibe e economizando um total de 524 dias acumulados de hospitalização em todo o grupo até o 42º dia, valor nominal p=0,0195
  • Segurança: os eventos adversos gerais foram equilibrados entre os grupos do opaganibe e do placebo, sugerindo boa segurança, sem o surgimento de novos sinais de segurança, o que apoia ainda mais o uso potencial nessa população de pacientes e em populações em estágios iniciais da doença. [3]

O estudo global de Fase 2/3 multicêntrico, randomizado, duplo cego, de braço paralelo e controlado por placebo inscreveu 475 indivíduos com pneumonia grave causada por COVID-19 que necessitavam hospitalização e tratamento com oxigênio suplementar. Os indivíduos foram randomizados na proporção de 1:1 para receber opaganibe ou placebo, além da terapia padrão de atendimento.

Os novos dados da análise do subgrupo seguem os resultados de primeira linha do estudo de Fase 2/3 da Empresa anunciados anteriormente. A análise dos dados de primeira linha ainda está em andamento, incluindo mais análises do potencial de aumento do benefício do tratamento com o opaganibe em pacientes em estágios iniciais da doença. A RedHill pretende discutir os resultados do estudo com os órgãos reguladores, incluindo a Agência de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA) e agências governamentais dos EUA, bem como outros órgãos reguladores, governos e agências internacionais, a fim de ajudar a determinar os próximos passos.

O opaganibe é um novo medicamento experimental de pequenas moléculas em forma de comprimido oral. O opaganibe tem um mecanismo de ação duplo anti-viral e anti-inflamatório exclusivo que age tanto sobre a causa quanto sobre o efeito da COVID-19. Acredita-se que ele exerça seu efeito antiviral inibindo seletivamente a esfingosina quinase-2 (SK2), uma importante enzima produzida nas células humanas que pode ser recrutada pelo vírus para dar suporte a sua replicação, e espera-se que seja eficaz contra variantes emergentes do vírus. Em análises pré-clínicas, ele já demonstrou forte inibição contra variantes de preocupação, como a Delta.

Informações sobre o webcast e a teleconferência: 

A Empresa realizará um webcast na quinta-feira, 7 de outubro de 2021, às 8h30 EDT (horário de verão da costa leste dos EUA), durante o qual se apresentará a análise adicional dos resultados do estudo de Fase 2/3 e se responderão perguntas.

O webcast, incluindo slides, será transmitido ao vivo no site da Empresa, https://www.redhillbio.com/investors/events-and-presentations/default.aspx, e ficará disponível para reprise durante 30 dias.

Para participar da teleconferência, ligue para um dos seguintes números 15 minutos antes do início da conferência: Estados Unidos: +1-877-870-9135; internacional: +1-646-741-3167; e Israel: +972-3-530-8845; o código de acesso da teleconferência é: 4785122. 

Sobre o opaganibe (ABC294640) 

O opaganibe, uma nova entidade química, é um inibidor seletivo da esfingosina quinase-2 (SK2) de primeira classe, de propriedade exclusiva, administrado via oral, com ação dupla anti-inflamatória e antiviral. O opaganibe tem o hospedeiro como alvo, e espera-se que seja eficaz contra as variantes emergentes do vírus. Ele já demonstrou forte inibição contra variantes de preocupação, como a Delta. O opaganibe também demonstrou ação anticâncer e resultados pré-clínicos positivos na fibrose renal, além de ter potencial para ser aplicado a diversas indicações oncológicas, virais, inflamatórias e gastrointestinais.

O opaganibe já apresentou dados positivos de Fase 2 nos EUA em pacientes com COVID-19 grave, os quais foram submetidos a avaliação por pares e foram publicados recentemente no medRxiv.

O opaganibe também recebeu a designação de medicamento órfão da FDA dos EUA para o tratamento de colangiocarcinoma e está sendo avaliado em um estudo de Fase 2a de colangiocarcinoma avançado e em um estudo de Fase 2 de câncer de próstata. Com base em uma análise preliminar de dados parciais não auditados, o estudo em andamento sobre câncer de próstata chegou a seu desfecho primário. O recrutamento, tratamento e análise dos pacientes nesse estudo estão em andamento.

O opaganibe demonstrou ação antiviral potente contra o SARS-CoV-2, o vírus que causa a COVID-19, inibindo a replicação viral de todas as variantes testadas até o momento em um modelo in vitro de tecido brônquico de pulmão humano. Além disso, estudos pré-clínicos in vivo demonstraram o potencial do opaganibe de melhorar doenças inflamatórias pulmonares, como a pneumonia, demonstraram o potencial do opaganibe de reduzir a fibrose renal e mostraram redução das taxas de mortalidade por infecção pelo vírus influenza e melhora na lesão pulmonar induzida por Pseudomonas aeruginosa, reduzindo os níveis de IL-6 e TNF-alfa em fluidos de lavado broncoalveolar[4].

Os estudos clínicos em andamento com o opaganibe estão registrados em www.ClinicalTrials.gov, um serviço baseado na internet do National Institute of Health dos EUA, que oferece acesso público a informações sobre estudos clínicos com apoio público e privado. 

Os resultados de primeira linha do estudo de Fase 2/3 da Empresa com o opaganibe são preliminares na natureza. A Empresa pretende examinar ainda mais os dados desse estudo de forma mais detalhada, juntamente com todas as informações coletadas durante o estudo, incluindo todas as medidas de segurança e resultados secundários. Essa análise pode resultar em descobertas novas ou inconsistentes com os dados de primeira linha divulgados nesse comunicado. Sendo assim, os investidores não devem considerar as análises informadas nesse comunicado como os resultados finais do estudo.

Sobre a RedHill Biopharma    

A RedHill Biopharma Ltd. (Nasdaq: RDHL) é uma empresa biofarmacêutica especializada dedicada principalmente a doenças gastrointestinais e infecciosas. A RedHill promove os medicamentos gastrointestinais Movantik® para constipação induzida por opioides em adultos[5]Talicia® para o tratamento de infecção por Helicobacter pylori (H. pylori) em adultos[6]Aemcolo® para o tratamento de diarreia de viajantes em adultos[7]. Os principais programas de desenvolvimento clínico de estágio final da RedHill incluem: (i) RHB-204, com um estudo de Fase 3 em andamento para a doença pulmonar por micobactérias não tuberculosas (NTM); (ii) opaganibe (ABC294640), um inibidor seletivo por via oral de primeira classe da SK2 inédito com múltiplas indicações com um programa de Fase 2/3 de COVID-19 e um programa de Fase 2 de câncer de próstata e colangiocarcinoma em andamento; (iii) RHB-107 (upamostat), inibidor da protease serina em um estudo de Fase 2/3 dos EUA como tratamento para a COVID-19 sintomática e várias outras doenças gastrointestinais inflamatórias e câncer; (iv) RHB-104, com resultados positivos de um primeiro estudo de Fase 3 para a doença de Crohn; (v) RHB-102 , com resultados positivos de um estudo de Fase 3 para gastroenterite aguda e gastrite e resultados positivos de um estudo de Fase 2 para a IBS-D; e (vi) RHB-106, um preparo intestinal encapsulado. Mais informações sobre a Empresa estão disponíveis em www.redhillbio.com / https://twitter.com/RedHillBio.

NOTA: Esse comunicado de imprensa, fornecido para fins de conveniência, é uma versão traduzida do comunicado de imprensa oficial publicado pela Empresa no idioma inglês. Para obter o comunicado de imprensa completo em inglês, incluindo a isenção de responsabilidade das declarações prospectivas, acesse: https://ir.redhillbio.com/press-releases

Contato da Empresa: 

Adi Frish

Diretor corporativo e de desenvolvimento de negócios

RedHill Biopharma

+972-54-6543-112

adi@redhillbio.com 

Contatos para a imprensa: 

EUA: Bryan Gibbs, Finn Partners

+1 212 529 2236

bryan.gibbs@finnpartners.com 

Reino Unido: Amber Fennell, Consilium

+44 (0) 7739 658 783  

fennell@consilium-comms.com 

[1] O opaganibe é um novo medicamento experimental, não disponível para distribuição comercial.

[2] Embora os fatores de risco gerais sejam equilibrados, estamos avaliando cada um individualmente para possíveis efeitos nos desfechos.

[3] Uma análise de segurança detalhada ainda está em andamento.

[4] Xia C. et al. A inibição transitória da esfingosina quinase confere proteção a camundongos infectados com o vírus influenza A. Antiviral Res. outubro de 2018; 158:171-177. Ebenezer DL et al. A Pseudomonas aeruginosa estimula a geração da esfingosina-1-fosfato nuclear e a regulação epigenética da lesão inflamatória pulmonar. Thorax. junho de 2019;74(6):579-591.

[5] As informações de prescrição completas do Movantik® (naloxegol) estão disponíveis em: www.Movantik.com

[6] As informações de prescrição completas do Talicia® (omeprazol magnésio, amoxicilina e rifabutina) estão disponíveis em: www.Talicia.com

[7] As informações de prescrição completas do Aemcolo® (rifamicina) estão disponíveis em: www.Aemcolo.com.

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FONTE RedHill Biopharma Ltd.

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RedHill Biopharma informa análise adicional de dados de Fase 2/3 incluindo redução de 62% na mortalidade com opaganibe administrado por via oral em pacientes com COVID-19 de gravidade moderada

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