Setor de Produção de Tabaco retoma parte do mercado ocupado pelo contrabando e tem crescimento de 10% em 2020

RIO DE JANEIRO, 5 de fevereiro de 2021 /PRNewswire/ -- O Setor de Tabaco foi o que mais cresceu entre as indústrias em 2020, segundo pesquisa de Produção Industrial Mensal do IBGE divulgada esta semana. Em relação a 2019, houve um incremento de 10,1%, o que demonstra que a indústria tem a força necessária para recuperar o espaço tomado pelo mercado ilegal no Brasil. No final de 2019, 57% de todos os cigarros vendidos no país eram ilegais e/ou contrabandeados, de acordo com a Pesquisa do Ibope do mesmo ano. Número esse que caiu nos meses subsequentes, chegando ao patamar de 50% em outubro de 2020, segundo dados da Pesquisa Kantar World Panel.

Ao contrário do que se imagina, o crescimento não está relacionado ao aumento de consumo de cigarros, mas à migração do consumidor do mercado ilegal para o legal durante a pandemia da Covid-19. Isso foi possível devido a fatores que dificultaram a chegada e a venda do produto ilegal no Brasil, além do aumento do preço do produto contrabandeado. São eles: fechamento parcial das fronteiras com o Paraguai, redução da produção das tabacaleiras no país vizinho, o alto preço do dólar, o fechamento do canal informal no Brasil (venda de rua, camelôs etc) bem como as apreensões realizadas pelos órgãos de repressão, em especial o Programa Vigia, do Governo Federal.

Para o diretor de Relações Externas da BAT Brasil (ex-Souza Cruz), Delcio Sandi, a situação vivenciada no ano passado se deveu a fatores relacionados à pandemia, sendo, portanto, algo muito pontual e que não se sustentará quando houver retorno à normalidade:

"É louvável a ação das autoridades de repressão, as quais mesmo com recursos escassos, têm trabalhado para reduzir o problema. No entanto, a repressão somente não é suficiente. O Brasil precisa buscar, em seu próprio território, soluções estruturais para esse problema. Apesar dessa redução observada no ano passado, o mercado ilegal de cigarros no país continua imenso e está inclusive atraindo novas marcas ilegais de países além do Paraguai. No Nordeste, por exemplo, 12% do mercado ilegal já é composto por marcas Coreanas".

Segundo levantamento do Ibope Inteligência, houve aumento exponencial da presença de cigarros contrabandeados da Coreia do Sul, do Reino Unido e dos Estados Unidos especialmente no Norte e no Nordeste do país. Ao todo, 12% dos cigarros ilegais consumidos no Nordeste vêm dos EUA. No Norte, 11% vêm do Reino Unido.

"Essa inundação de produtos ilegais além de minar os cofres públicos - o Brasil perde aproximadamente R$ 12 bilhões por ano em arrecadação de impostos - o que traz prejuízos em cascata para toda a economia nacional, financia o crime organizado, trazendo violência e mais insegurança para a sociedade", alerta Sandi.

Sobre a BAT Brasil

Empresa centenária no Brasil, a Souza Cruz passou por um grande acontecimento em 2020. Com novo nome, BAT Brasil, essa mudança reflete o processo global da companhia de unificar e fortalecer a marca British American Tobacco, do qual a empresa faz parte desde 1914. O novo nome também representa a força da empresa no mercado global, afinal, o tabaco, reconhecido pela sua qualidade, é produzido no Brasil e comercializado no país e em diversos países ao redor do mundo, além de um portfólio de marcas globais como Dunhill, Rothmans, Lucky Strike e Kent. A BAT Brasil está em linha com as transformações do Grupo BAT, priorizando a diversidade, sustentabilidade e a proximidade com o cliente, atendendo suas necessidades de consumo e inspirando a sociedade. No Brasil, estamos presentes em todos os estados, com cerca de 5 mil colaboradores diretos e 2 mil sazonais, indo de uma ponta da cadeia à outra - em uma parceria de mais de 100 anos com os produtores integrados, que plantam e colhem nossa matéria prima. Cada engrenagem desse sistema é movida por pessoas: o maior ativo da empresa. Esses talentos são responsáveis pelo nosso sucesso e, por isso, priorizamos o desenvolvimento de cada um deles. A maior prova disso é que há dez anos somos certificados pelo Instituto Top Employers como uma das melhores empregadoras do país.

FONTE BAT Brasil

RIO DE JANEIRO, 5 de fevereiro de 2021 /PRNewswire/ -- O Setor de Tabaco foi o que mais cresceu entre as indústrias em 2020, segundo pesquisa de Produção Industrial Mensal do IBGE divulgada esta semana. Em relação a 2019, houve um incremento de 10,1%, o que demonstra que a indústria tem a força necessária para recuperar o espaço tomado pelo mercado ilegal no Brasil. No final de 2019, 57% de todos os cigarros vendidos no país eram ilegais e/ou contrabandeados, de acordo com a Pesquisa do Ibope do mesmo ano. Número esse que caiu nos meses subsequentes, chegando ao patamar de 50% em outubro de 2020, segundo dados da Pesquisa Kantar World Panel.

Ao contrário do que se imagina, o crescimento não está relacionado ao aumento de consumo de cigarros, mas à migração do consumidor do mercado ilegal para o legal durante a pandemia da Covid-19. Isso foi possível devido a fatores que dificultaram a chegada e a venda do produto ilegal no Brasil, além do aumento do preço do produto contrabandeado. São eles: fechamento parcial das fronteiras com o Paraguai, redução da produção das tabacaleiras no país vizinho, o alto preço do dólar, o fechamento do canal informal no Brasil (venda de rua, camelôs etc) bem como as apreensões realizadas pelos órgãos de repressão, em especial o Programa Vigia, do Governo Federal.

Para o diretor de Relações Externas da BAT Brasil (ex-Souza Cruz), Delcio Sandi, a situação vivenciada no ano passado se deveu a fatores relacionados à pandemia, sendo, portanto, algo muito pontual e que não se sustentará quando houver retorno à normalidade:

"É louvável a ação das autoridades de repressão, as quais mesmo com recursos escassos, têm trabalhado para reduzir o problema. No entanto, a repressão somente não é suficiente. O Brasil precisa buscar, em seu próprio território, soluções estruturais para esse problema. Apesar dessa redução observada no ano passado, o mercado ilegal de cigarros no país continua imenso e está inclusive atraindo novas marcas ilegais de países além do Paraguai. No Nordeste, por exemplo, 12% do mercado ilegal já é composto por marcas Coreanas".

Segundo levantamento do Ibope Inteligência, houve aumento exponencial da presença de cigarros contrabandeados da Coreia do Sul, do Reino Unido e dos Estados Unidos especialmente no Norte e no Nordeste do país. Ao todo, 12% dos cigarros ilegais consumidos no Nordeste vêm dos EUA. No Norte, 11% vêm do Reino Unido.

"Essa inundação de produtos ilegais além de minar os cofres públicos - o Brasil perde aproximadamente R$ 12 bilhões por ano em arrecadação de impostos - o que traz prejuízos em cascata para toda a economia nacional, financia o crime organizado, trazendo violência e mais insegurança para a sociedade", alerta Sandi.

Sobre a BAT Brasil

Empresa centenária no Brasil, a Souza Cruz passou por um grande acontecimento em 2020. Com novo nome, BAT Brasil, essa mudança reflete o processo global da companhia de unificar e fortalecer a marca British American Tobacco, do qual a empresa faz parte desde 1914. O novo nome também representa a força da empresa no mercado global, afinal, o tabaco, reconhecido pela sua qualidade, é produzido no Brasil e comercializado no país e em diversos países ao redor do mundo, além de um portfólio de marcas globais como Dunhill, Rothmans, Lucky Strike e Kent. A BAT Brasil está em linha com as transformações do Grupo BAT, priorizando a diversidade, sustentabilidade e a proximidade com o cliente, atendendo suas necessidades de consumo e inspirando a sociedade. No Brasil, estamos presentes em todos os estados, com cerca de 5 mil colaboradores diretos e 2 mil sazonais, indo de uma ponta da cadeia à outra - em uma parceria de mais de 100 anos com os produtores integrados, que plantam e colhem nossa matéria prima. Cada engrenagem desse sistema é movida por pessoas: o maior ativo da empresa. Esses talentos são responsáveis pelo nosso sucesso e, por isso, priorizamos o desenvolvimento de cada um deles. A maior prova disso é que há dez anos somos certificados pelo Instituto Top Employers como uma das melhores empregadoras do país.

FONTE BAT Brasil

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