Site DietaLight.net explica as Diferenças entre os Tipos de Adoçante

CURITIBA, Brasil, 11 de setembro de 2019 /PRNewswire/ -- Quem nunca ouviu falar de adoçante? Afinal, este produto é muito consumido, principalmente pelas pessoas que não podem consumir açúcar, por motivos de saúde e também por pessoas que fazem dietas. Que todo mundo conhece adoçante, disso não se tem dúvida. A questão a ser abordada aqui é em relação aos tipos de adoçantes, pois muita gente desconhece, mas existem diferentes formas do produto. Dessa forma, leia este texto na íntegra e conheça os tipos de adoçante disponíveis no mercado e suas funcionalidades.

Para começar podemos afirmar que existem os adoçantes naturais e os adoçantes sintéticos. A diferença entre eles está no fato de que o adoçante natural é de origem vegetal e de frutas, enquanto que o sintético é o adoçante produzido em laboratório, sendo este o mais consumido pela população em geral.

Em relação ao adoçante natural, temos um já bastante conhecido no mercado, o stévia. Este é retirado de uma planta e adoça 300 vezes mais que o açúcar, sendo a sua sucralose também mais doce que o açúcar em torno de 600 vezes. Segundo informações do Centro Nutrição do Hospital Alemão -Oswaldo Cruz, o stévia não possui contraindicações.

Outro adoçante natural é o agave, que é feito com um cacto encontrado no México. Recentemente descoberto, ele possui uma grande fonte de cálcio, ferro, magnésio e potássio.

Manito, Xilitol, Sorbitol, Frutose e Maltodextrina também são adoçantes que são extraídos naturalmente e oferecem alguns benefícios aos seus usuários, apesar de serem um pouco calóricos e não adoçarem muito.

Falando dos adoçantes sintéticos, temos os velhos conhecidos ciclamato e sacarina. Uma informação importante sobre eles é que ambos possuem sódio em sua composição, o que deve ser evitado por pessoas com hipertensão ou para pessoas que sofrem de retenção de líquidos.

Nesta categoria ainda encontramos um adoçante bastante conhecido, o aspartame. Porém, ele está contraindicado para pessoas que sejam portadoras de fenilcetonúria, que é uma doença genética considerada rara e que causa o acúmulo no organismo de fenilalanina, o que leva ao retardo mental. As grávidas também não devem consumi-lo.

Usar adoçante traz riscos para a saúde?

Se usado em excesso a resposta é sim, independente do tipo de adoçante. E seus efeitos variam de produto para produto. Por exemplo, o aspartame e o ciclamato, estes podem levar a uma compulsão alimentar, fazendo com que o organismo busque por mais carboidrato, o que inclui o açúcar. Por isso, para quem quer emagrecer, eles não são os ideais.

Como já era de se esperar, os naturais são os mais recomendados, porém, também podem oferecer alguns riscos. Na sucralose, estudos observacionais mostraram que ela pode causar um aumento de doenças inflamatórias no intestino.

A sacarina já é proibida no Canadá e o ciclamato proibido nos EUA, ambos contam com essa proibição depois que testes apontaram o desenvolvimento de tumores em roedores.

Dessa forma, para que os riscos sejam evitados, o ideal é utilizar o produto com moderação. O organismo tem um limite diário de tolerância dos adoçantes que deve ser respeitado. O ideal mesmo é usar o mínimo possível, pois não adianta cortar o açúcar e consumir doses altas de adoçantes. É preciso reeducar o organismo.

Com o uso de adoçante a pessoa emagrece?

Os adoçantes em geral auxiliam no corte das calorias, contudo, pode acontecer de eles fazerem a vontade de comer doce aumentar. O que significa um verdadeiro desafio para quem luta com a balança.

Pode usar o adoçante para cozinhar?

Se o produto faz parte da dieta, pode ser incluído em receitas que geralmente levam açúcar. Mas é claro que não fica a mesma coisa que o açúcar. Por exemplo, o aspartame perder o doce quando esquenta muito. Nesses casos o que se comporta melhor é o sucralose.

Para conferir mais dicas e notícias sobre alimentação e dietas, acesse o site https://www.dietalight.net/ .

Expediente:

BLOGOLANDIA LTDA.

Avenida Cândido de Abreu, 776 / 803 – Centro Cívico

CEP: 80.530-000 – Curitiba – Paraná – Brasil

www.blogolandialtda.com.br

blogolandiabrasil@gmail.com

+55 (41) 2105-5913

+55 (41) 9 9142 0228

+55 (41) 9 9255 7758

 

FONTE DietaLight.net

CURITIBA, Brasil, 11 de setembro de 2019 /PRNewswire/ -- Quem nunca ouviu falar de adoçante? Afinal, este produto é muito consumido, principalmente pelas pessoas que não podem consumir açúcar, por motivos de saúde e também por pessoas que fazem dietas. Que todo mundo conhece adoçante, disso não se tem dúvida. A questão a ser abordada aqui é em relação aos tipos de adoçantes, pois muita gente desconhece, mas existem diferentes formas do produto. Dessa forma, leia este texto na íntegra e conheça os tipos de adoçante disponíveis no mercado e suas funcionalidades.

Para começar podemos afirmar que existem os adoçantes naturais e os adoçantes sintéticos. A diferença entre eles está no fato de que o adoçante natural é de origem vegetal e de frutas, enquanto que o sintético é o adoçante produzido em laboratório, sendo este o mais consumido pela população em geral.

Em relação ao adoçante natural, temos um já bastante conhecido no mercado, o stévia. Este é retirado de uma planta e adoça 300 vezes mais que o açúcar, sendo a sua sucralose também mais doce que o açúcar em torno de 600 vezes. Segundo informações do Centro Nutrição do Hospital Alemão -Oswaldo Cruz, o stévia não possui contraindicações.

Outro adoçante natural é o agave, que é feito com um cacto encontrado no México. Recentemente descoberto, ele possui uma grande fonte de cálcio, ferro, magnésio e potássio.

Manito, Xilitol, Sorbitol, Frutose e Maltodextrina também são adoçantes que são extraídos naturalmente e oferecem alguns benefícios aos seus usuários, apesar de serem um pouco calóricos e não adoçarem muito.

Falando dos adoçantes sintéticos, temos os velhos conhecidos ciclamato e sacarina. Uma informação importante sobre eles é que ambos possuem sódio em sua composição, o que deve ser evitado por pessoas com hipertensão ou para pessoas que sofrem de retenção de líquidos.

Nesta categoria ainda encontramos um adoçante bastante conhecido, o aspartame. Porém, ele está contraindicado para pessoas que sejam portadoras de fenilcetonúria, que é uma doença genética considerada rara e que causa o acúmulo no organismo de fenilalanina, o que leva ao retardo mental. As grávidas também não devem consumi-lo.

Usar adoçante traz riscos para a saúde?

Se usado em excesso a resposta é sim, independente do tipo de adoçante. E seus efeitos variam de produto para produto. Por exemplo, o aspartame e o ciclamato, estes podem levar a uma compulsão alimentar, fazendo com que o organismo busque por mais carboidrato, o que inclui o açúcar. Por isso, para quem quer emagrecer, eles não são os ideais.

Como já era de se esperar, os naturais são os mais recomendados, porém, também podem oferecer alguns riscos. Na sucralose, estudos observacionais mostraram que ela pode causar um aumento de doenças inflamatórias no intestino.

A sacarina já é proibida no Canadá e o ciclamato proibido nos EUA, ambos contam com essa proibição depois que testes apontaram o desenvolvimento de tumores em roedores.

Dessa forma, para que os riscos sejam evitados, o ideal é utilizar o produto com moderação. O organismo tem um limite diário de tolerância dos adoçantes que deve ser respeitado. O ideal mesmo é usar o mínimo possível, pois não adianta cortar o açúcar e consumir doses altas de adoçantes. É preciso reeducar o organismo.

Com o uso de adoçante a pessoa emagrece?

Os adoçantes em geral auxiliam no corte das calorias, contudo, pode acontecer de eles fazerem a vontade de comer doce aumentar. O que significa um verdadeiro desafio para quem luta com a balança.

Pode usar o adoçante para cozinhar?

Se o produto faz parte da dieta, pode ser incluído em receitas que geralmente levam açúcar. Mas é claro que não fica a mesma coisa que o açúcar. Por exemplo, o aspartame perder o doce quando esquenta muito. Nesses casos o que se comporta melhor é o sucralose.

Para conferir mais dicas e notícias sobre alimentação e dietas, acesse o site https://www.dietalight.net/ .

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FONTE DietaLight.net