Site PessoaDoente.com.br explica as diferenças dos medicamentos genéricos, similares e de referência

CURITIBA, Brasil, 8 de agosto de 2019 /PRNewswire/ -- Na hora de ir até a Farmácia, em geral com uma receita médica em mãos, o farmacêutico pode perguntar se o cliente não gostaria de um remédio genérico, similar ou de referência. Na maioria das vezes essas opções podem ser relativamente mais baratas que as versões "originais" dos medicamentos prescritos pelo médico. Mas você já conhece as principais diferenças entre esses remédios e se não existe nenhuma outra diferença além dos preços mais baixos?

Neste artigo vamos explicar e exemplificar as possibilidades de trocas de remédios, que já são previstas pela Anvisa, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Mas todos os remédios que se rotulam sendo genéricos, de referência ou similares, devem comprovar – para a própria Anvisa – que existe a mesma função terapêutica destes medicamentos em comparação com a marca original.

De acordo com uma proposta que ainda se encontra sob uma Consulta Pública, os remédios que são similares devem, sem exceções, incluir em todas as suas embalagens um símbolo EQ, com significado de equivalente. Dessa forma os fabricantes deverão ajudar médicos e pacientes a identificarem todos os produtos que são comprovadamente equivalentes e desempenham a exata função do remédio original.

Medicamentos de referência

Esses medicamentos também são conhecidos como 'de marca' ou originais. Possuem, em geral, uma alta eficácia terapêutica. Com qualidade e segurança de cada medicamente devidamente comprovada, de forma científica no momento do registro do remédio junto da Anvisa.

Laboratórios farmacêuticos podem investir anos e mais anos em uma mesma pesquisa para desenvolver os remédios que são tomados como referência. Em geral são remédios que podem apresentar novidades em tratamento das doenças, ou então que contam com novos princípios ativos dentro de sua receita. É preciso comprovar, no entanto, a sua eficácia no tratamento e também a qualidade e segurança de cada novo medicamento.

Em 2003 a Lei de criação da Anvisa entrou em acordo com a política nacional de medicamentos do Ministério da Saúde, fazendo uma nova definição de regras para o registro de cada novo medicamento em território brasileiro e também a sua renovação.

Entre as principais regras revistas pelo acordo de 2003, estão: o reconhecimento das três principais categorias de medicamentos. Os homeopáticos, que são remédios que tem como princípio tratar o paciente com pequenas doses de substâncias que tendem a causar o mesmo efeito da doença atual – fazendo o organismo criar anticorpos e combater a doença. Os Fitoterápicos, que são remédios que são feitos a partir de partes de plantas, sejam sementes, folhas, caules ou até mesmo raízes. E por último os Alopáticos, que são todos os remédios diretamente receitados por profissionais da saúde, considerando que uma substância química vai agir diretamente no organismo do paciente, provocando um efeito para combater diretamente a doença ou seus sintomas diretos.

Medicamentos Similares

Os medicamentos considerados similares devem ser identificados pela marca ou então pelo nome comercial. Podem possuir o mesmo princípio ativo, adquirido na mesma fórmula farmacêutica administrada pelos remédios de referência. Mas, assim como os de referência, também devem ser aprovados em testes de qualidade da Anvisa, em uma comparação direta com o seu remédio referência.

As principais diferenças entre um similar e referência está em pequenos aspectos, como tamanho e forma do remédio, além de prazo de validade, embalagem e rótulo. Mas mesmo assim, em caso de remédio prescrito por um médico, não é possível trocar por um similar.

Medicamentos Genéricos

Assim como os similares, os medicamentos genéricos também devem apresentar o mesmo princípio ativo que se encontra no remédio de referência.

A principal forma de identificar um genérico é através da tarja amarela em sua embalagem, que é obrigatória para essa categoria de remédio. Em geral, um medicamento genérico não possui uma marca, então o paciente tende a comprar apenas o princípio ativo do remédio.

Os genéricos só são produzidos quando acontece a expiração da patente, ou até mesmo uma renúncia proposital de outros direitos que garantem a exclusividade da fórmula e aprovação da venda pela Anvisa. Os medicamentos genéricos também devem passar por todos os testes de qualidade, assim como os outros citados.

Em geral, são mais acessíveis e em caso de prescrição médica de um remédio de referência, estes podem ser substituídos por um genérico.

Para conferir mais notícias sobre Saúde e Bem-Estar, acesse o site https://www.pessoadoente.com.br/ .

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Avenida Cândido de Abreu, 776 / 803 – Centro Cívico

CEP: 80.530-000 – Curitiba – Paraná – Brasil

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+55 (41) 2105-5913

+55 (41) 9 9142 0228

+55 (41) 9 9255 7758

FONTE Site Pessoa Doente

CURITIBA, Brasil, 8 de agosto de 2019 /PRNewswire/ -- Na hora de ir até a Farmácia, em geral com uma receita médica em mãos, o farmacêutico pode perguntar se o cliente não gostaria de um remédio genérico, similar ou de referência. Na maioria das vezes essas opções podem ser relativamente mais baratas que as versões "originais" dos medicamentos prescritos pelo médico. Mas você já conhece as principais diferenças entre esses remédios e se não existe nenhuma outra diferença além dos preços mais baixos?

Neste artigo vamos explicar e exemplificar as possibilidades de trocas de remédios, que já são previstas pela Anvisa, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Mas todos os remédios que se rotulam sendo genéricos, de referência ou similares, devem comprovar – para a própria Anvisa – que existe a mesma função terapêutica destes medicamentos em comparação com a marca original.

De acordo com uma proposta que ainda se encontra sob uma Consulta Pública, os remédios que são similares devem, sem exceções, incluir em todas as suas embalagens um símbolo EQ, com significado de equivalente. Dessa forma os fabricantes deverão ajudar médicos e pacientes a identificarem todos os produtos que são comprovadamente equivalentes e desempenham a exata função do remédio original.

Medicamentos de referência

Esses medicamentos também são conhecidos como 'de marca' ou originais. Possuem, em geral, uma alta eficácia terapêutica. Com qualidade e segurança de cada medicamente devidamente comprovada, de forma científica no momento do registro do remédio junto da Anvisa.

Laboratórios farmacêuticos podem investir anos e mais anos em uma mesma pesquisa para desenvolver os remédios que são tomados como referência. Em geral são remédios que podem apresentar novidades em tratamento das doenças, ou então que contam com novos princípios ativos dentro de sua receita. É preciso comprovar, no entanto, a sua eficácia no tratamento e também a qualidade e segurança de cada novo medicamento.

Em 2003 a Lei de criação da Anvisa entrou em acordo com a política nacional de medicamentos do Ministério da Saúde, fazendo uma nova definição de regras para o registro de cada novo medicamento em território brasileiro e também a sua renovação.

Entre as principais regras revistas pelo acordo de 2003, estão: o reconhecimento das três principais categorias de medicamentos. Os homeopáticos, que são remédios que tem como princípio tratar o paciente com pequenas doses de substâncias que tendem a causar o mesmo efeito da doença atual – fazendo o organismo criar anticorpos e combater a doença. Os Fitoterápicos, que são remédios que são feitos a partir de partes de plantas, sejam sementes, folhas, caules ou até mesmo raízes. E por último os Alopáticos, que são todos os remédios diretamente receitados por profissionais da saúde, considerando que uma substância química vai agir diretamente no organismo do paciente, provocando um efeito para combater diretamente a doença ou seus sintomas diretos.

Medicamentos Similares

Os medicamentos considerados similares devem ser identificados pela marca ou então pelo nome comercial. Podem possuir o mesmo princípio ativo, adquirido na mesma fórmula farmacêutica administrada pelos remédios de referência. Mas, assim como os de referência, também devem ser aprovados em testes de qualidade da Anvisa, em uma comparação direta com o seu remédio referência.

As principais diferenças entre um similar e referência está em pequenos aspectos, como tamanho e forma do remédio, além de prazo de validade, embalagem e rótulo. Mas mesmo assim, em caso de remédio prescrito por um médico, não é possível trocar por um similar.

Medicamentos Genéricos

Assim como os similares, os medicamentos genéricos também devem apresentar o mesmo princípio ativo que se encontra no remédio de referência.

A principal forma de identificar um genérico é através da tarja amarela em sua embalagem, que é obrigatória para essa categoria de remédio. Em geral, um medicamento genérico não possui uma marca, então o paciente tende a comprar apenas o princípio ativo do remédio.

Os genéricos só são produzidos quando acontece a expiração da patente, ou até mesmo uma renúncia proposital de outros direitos que garantem a exclusividade da fórmula e aprovação da venda pela Anvisa. Os medicamentos genéricos também devem passar por todos os testes de qualidade, assim como os outros citados.

Em geral, são mais acessíveis e em caso de prescrição médica de um remédio de referência, estes podem ser substituídos por um genérico.

Para conferir mais notícias sobre Saúde e Bem-Estar, acesse o site https://www.pessoadoente.com.br/ .

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FONTE Site Pessoa Doente