Stefanini reúne executivos C-Level para discutir a transformação digital na prática

Segundo os participantes, os líderes terão que se adaptar cada vez mais à democratização do acesso à informação nas mãos dos clientes

SÃO PAULO, 26 de novembro de 2019 /PRNewswire/ -- A transformação digital é a única constante num mundo cada vez mais conectado. Os negócios caminham para total digitalização e os líderes precisam se adaptar e preparar novas pessoas para um cenário cada vez mais volátil, incerto, complexo e ambíguo. Esta é a opinião de vários executivos C-Level que se reuniram na Sala de Inovação da Stefanini, em São Paulo, para debater sobre segunda onda da transformação digital, que consiste em colocar os conceitos aprendidos sobre o tema em prática. A abertura do encontro foi realizada pelo CEO global da companhia, Marco Stefanini.

"A transformação digital deixou de ser apenas uma 'buzzword' para ser olhada com mais proximidade. A partir de agora, ela entra numa segunda onda:  a Transformação como Estratégia de Negócio. É hora de os executivos e líderes empresariais colocarem seus planos em prática e encarar de frente os desafios e as oportunidades que a jornada de transformação propõe", explica Wagner Kojo, Head de Digital e Inovação na Stefanini e coordenador da 3ª turma do Programa Leadership Transformation, que será realizada de 28 de março a 04 de abril de 2020, no campus de Fontainebleau, na França, fruto de uma parceria entre a Stefanini e o Insead, uma das maiores e mais prestigiadas escolas de negócios do mundo.

Se a primeira onda da transformação digital foi marcada pela conscientização das empresas sobre a importância de se digitalizarem, a segunda onda personifica a própria mudança. Do processo de experimentação da tecnologia à implementação de um processo mais robusto, a segunda onda indica um passo à frente, focada na estratégia de negócio.

De acordo com o professor Felipe Monteiro, do Insead, o líder que ainda não sabe como promover a transformação deve se associar aos unusual partners (parceiros pouco usuais). "Ao se conectarem com pessoas e ideias diferentes da sua, que reflitam a sociedade diversa e suas aspirações, seu aprendizado pode ser muito maior", destaca.

Durante o painel "Estamos preparados para comandar e gerir empresas do século XXI como líderes do século XXI?", o CEO da Inova Consulting, Luis Rasquilha, ressalta que os gestores precisam se adaptar ao mobile e à democratização do acesso à informação na mão dos clientes. "Num mundo conectado e com o consumidor mais empoderado, é fundamental que a educação se transforme e tenha uma abordagem mais proativa e experiencial para preparar as novas lideranças."

José Salibi Neto, cofundador da HSM e autor de best-sellers como "Gestão do Amanhã" e "O Novo Código da Cultura", em parceria com Sandro Magaldi, afirma que vivemos a educação do século passado. "Os livros são novos, porém o modelo de ensino é o mesmo de dez anos atrás. Apesar de jovens, muitos alunos chegam com a cabeça velha", comenta.

Para Haroldo Stumpf, CEO do Banco Topázio, os negócios do século XXI serão construídos no formato de plataformas. Há dez anos, era inconcebível pensar na proximidade de um banco tradicional com as fintechs. Isto se tornou possível com o advento das grandes plataformas, que podem conectar diferentes tecnologias. "As empresas que irão surfar na segunda onda da transformação digital são as ambidestras, aquelas que se permitem experimentar, correr riscos e inovar", vaticina o executivo. 

Segundo Breno Barros, diretor global de Inovação e Negócios Digitais da Stefanini, as pessoas só mudam por três motivos: convicção, conveniência e constrangimento. "A empresa precisa entender que é responsabilidade dela formar as pessoas."

De acordo com Diego Pires de Almeida, diretor de Marketing e Varejo da Ale Combustíveis, as empresas precisam ser mais circulares e menos verticais. "A tecnologia dá saltos qualitativos para tornar as empresas mais inovadoras e ágeis. É uma evolução, um aprendizado diário. É prazeroso ver as ideias saindo do papel e se transformado em ações práticas", afirma.

Para Guilherme Stefanini, diretor de Novos Negócios da Stefanini, o digital prima pela simplicidade. "Sua concepção é justamente atender melhor o cliente, utilizando novas tecnologias, metodologias de trabalho, ou ainda, aperfeiçoando as soluções existentes, por meio da colaboração."

O curso

O Programa Leadership Transformation propõe uma jornada de descobertas e conhecimento para que as altas lideranças possam ultrapassar limites por meio da colaboração e inovação entre os pares. Além de uma leitura preparatória, os participantes são entrevistados para que os professores e os executivos da Stefanini possam ajudá-los a focar em suas necessidades específicas.

Neste período, existe um acompanhamento personalizado para apoiar a aplicação prática do conteúdo. Há também uma série de exercícios em grupo, coaching, casos de estudos e metodologias de ensino inovadoras.    

"A transformação digital não é uma opção, mas uma necessidade para a sobrevivência. Temos exemplos de pessoas que decidiram redirecionar seus negócios ou desenvolver novos modelos, após o curso. Nosso principal objetivo, juntamente com o Insead, é promover a mudança do modelo mental dos líderes para que possam viabilizar novos negócios", enfatiza Marco Stefanini, CEO global do Grupo Stefanini.

Leadership Transformation Program – Stefanini e Insead

Data: 28/03/2020 (data de saída) a 04/04/2020 (data de retorno)

Local: Insead campus Fontainebleau (a 75 km de Paris)

Inscrições: Informações pelo e-mail insead@stefanini.com

Sobre a Stefanini

A Stefanini (www.stefanini.com) é uma multinacional brasileira com 32 anos de atuação no mercado, que investe em um completo ecossistema de inovação para atender as principais verticais e auxiliar os clientes no processo de transformação digital. Com ofertas robustas e alinhadas às tendências de mercado como automação, cloud, Internet das Coisas (IoT) e User Experience (UX), a empresa vem sendo reconhecida com várias premiações na área de inovação. Atualmente, a multinacional brasileira conta com um amplo portfólio, que mescla soluções inovadoras de consultoria e marketing, mobilidade, campanhas personalizadas e inteligência artificial a soluções tradicionais como Service Desk, Field Service e outsourcing (BPO).

Presente em 41 países, a Stefanini foi apontada, pelo quarto ano consecutivo, como a quinta empresa transnacional mais internacionalizada, segundo ranking da Fundação Dom Cabral de 2018.

Foto - https://mma.prnewswire.com/media/1035971/stefanini.jpg?p=original

FONTE Stefanini

Segundo os participantes, os líderes terão que se adaptar cada vez mais à democratização do acesso à informação nas mãos dos clientes

SÃO PAULO, 26 de novembro de 2019 /PRNewswire/ -- A transformação digital é a única constante num mundo cada vez mais conectado. Os negócios caminham para total digitalização e os líderes precisam se adaptar e preparar novas pessoas para um cenário cada vez mais volátil, incerto, complexo e ambíguo. Esta é a opinião de vários executivos C-Level que se reuniram na Sala de Inovação da Stefanini, em São Paulo, para debater sobre segunda onda da transformação digital, que consiste em colocar os conceitos aprendidos sobre o tema em prática. A abertura do encontro foi realizada pelo CEO global da companhia, Marco Stefanini.

"A transformação digital deixou de ser apenas uma 'buzzword' para ser olhada com mais proximidade. A partir de agora, ela entra numa segunda onda:  a Transformação como Estratégia de Negócio. É hora de os executivos e líderes empresariais colocarem seus planos em prática e encarar de frente os desafios e as oportunidades que a jornada de transformação propõe", explica Wagner Kojo, Head de Digital e Inovação na Stefanini e coordenador da 3ª turma do Programa Leadership Transformation, que será realizada de 28 de março a 04 de abril de 2020, no campus de Fontainebleau, na França, fruto de uma parceria entre a Stefanini e o Insead, uma das maiores e mais prestigiadas escolas de negócios do mundo.

Se a primeira onda da transformação digital foi marcada pela conscientização das empresas sobre a importância de se digitalizarem, a segunda onda personifica a própria mudança. Do processo de experimentação da tecnologia à implementação de um processo mais robusto, a segunda onda indica um passo à frente, focada na estratégia de negócio.

De acordo com o professor Felipe Monteiro, do Insead, o líder que ainda não sabe como promover a transformação deve se associar aos unusual partners (parceiros pouco usuais). "Ao se conectarem com pessoas e ideias diferentes da sua, que reflitam a sociedade diversa e suas aspirações, seu aprendizado pode ser muito maior", destaca.

Durante o painel "Estamos preparados para comandar e gerir empresas do século XXI como líderes do século XXI?", o CEO da Inova Consulting, Luis Rasquilha, ressalta que os gestores precisam se adaptar ao mobile e à democratização do acesso à informação na mão dos clientes. "Num mundo conectado e com o consumidor mais empoderado, é fundamental que a educação se transforme e tenha uma abordagem mais proativa e experiencial para preparar as novas lideranças."

José Salibi Neto, cofundador da HSM e autor de best-sellers como "Gestão do Amanhã" e "O Novo Código da Cultura", em parceria com Sandro Magaldi, afirma que vivemos a educação do século passado. "Os livros são novos, porém o modelo de ensino é o mesmo de dez anos atrás. Apesar de jovens, muitos alunos chegam com a cabeça velha", comenta.

Para Haroldo Stumpf, CEO do Banco Topázio, os negócios do século XXI serão construídos no formato de plataformas. Há dez anos, era inconcebível pensar na proximidade de um banco tradicional com as fintechs. Isto se tornou possível com o advento das grandes plataformas, que podem conectar diferentes tecnologias. "As empresas que irão surfar na segunda onda da transformação digital são as ambidestras, aquelas que se permitem experimentar, correr riscos e inovar", vaticina o executivo. 

Segundo Breno Barros, diretor global de Inovação e Negócios Digitais da Stefanini, as pessoas só mudam por três motivos: convicção, conveniência e constrangimento. "A empresa precisa entender que é responsabilidade dela formar as pessoas."

De acordo com Diego Pires de Almeida, diretor de Marketing e Varejo da Ale Combustíveis, as empresas precisam ser mais circulares e menos verticais. "A tecnologia dá saltos qualitativos para tornar as empresas mais inovadoras e ágeis. É uma evolução, um aprendizado diário. É prazeroso ver as ideias saindo do papel e se transformado em ações práticas", afirma.

Para Guilherme Stefanini, diretor de Novos Negócios da Stefanini, o digital prima pela simplicidade. "Sua concepção é justamente atender melhor o cliente, utilizando novas tecnologias, metodologias de trabalho, ou ainda, aperfeiçoando as soluções existentes, por meio da colaboração."

O curso

O Programa Leadership Transformation propõe uma jornada de descobertas e conhecimento para que as altas lideranças possam ultrapassar limites por meio da colaboração e inovação entre os pares. Além de uma leitura preparatória, os participantes são entrevistados para que os professores e os executivos da Stefanini possam ajudá-los a focar em suas necessidades específicas.

Neste período, existe um acompanhamento personalizado para apoiar a aplicação prática do conteúdo. Há também uma série de exercícios em grupo, coaching, casos de estudos e metodologias de ensino inovadoras.    

"A transformação digital não é uma opção, mas uma necessidade para a sobrevivência. Temos exemplos de pessoas que decidiram redirecionar seus negócios ou desenvolver novos modelos, após o curso. Nosso principal objetivo, juntamente com o Insead, é promover a mudança do modelo mental dos líderes para que possam viabilizar novos negócios", enfatiza Marco Stefanini, CEO global do Grupo Stefanini.

Leadership Transformation Program – Stefanini e Insead

Data: 28/03/2020 (data de saída) a 04/04/2020 (data de retorno)

Local: Insead campus Fontainebleau (a 75 km de Paris)

Inscrições: Informações pelo e-mail insead@stefanini.com

Sobre a Stefanini

A Stefanini (www.stefanini.com) é uma multinacional brasileira com 32 anos de atuação no mercado, que investe em um completo ecossistema de inovação para atender as principais verticais e auxiliar os clientes no processo de transformação digital. Com ofertas robustas e alinhadas às tendências de mercado como automação, cloud, Internet das Coisas (IoT) e User Experience (UX), a empresa vem sendo reconhecida com várias premiações na área de inovação. Atualmente, a multinacional brasileira conta com um amplo portfólio, que mescla soluções inovadoras de consultoria e marketing, mobilidade, campanhas personalizadas e inteligência artificial a soluções tradicionais como Service Desk, Field Service e outsourcing (BPO).

Presente em 41 países, a Stefanini foi apontada, pelo quarto ano consecutivo, como a quinta empresa transnacional mais internacionalizada, segundo ranking da Fundação Dom Cabral de 2018.

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FONTE Stefanini

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