Trabalho remoto veio para ficar, diz KPMG

SÃO PAULO, 27 de julho de 2022 /PRNewswire/ -- O modelo "work from anywhere" veio para ficar, pois a flexibilidade do local de atuação profissional vai se tornar parte integrante do mercado de trabalho. Além disso, não há uma abordagem única para todos, pois a estratégia correta depende dos objetivos estratégicos de negócios, talentos, setores e a cultura de cada organização. Essas conclusões estão na pesquisa "Tendências atuais no trabalho remoto: trabalhe de qualquer lugar", conduzida pela KPMG com mais de 530 empresas de 46 jurisdições.  

O conteúdo ressaltou ainda que o trabalho remoto faz com que empregadores possam se beneficiar de reduções de custos com viagens e emissões de carbono. Os resultados da pesquisa evidenciaram também as conclusões a seguir. 

- Ascensão do trabalho remoto: quase 90% das empresas estão considerando introduzir uma política de atuação remota ou já introduziram uma. 

- Motivos: demandas dos funcionários e escassez de talentos estão entre os principais fatores para implementar acordos de trabalho remoto. 

- Funções responsáveis: implementar trabalho remoto é complexo e envolve muitos stakeholders. As áreas que lideram este tema tendem a ser as de recursos humanos, tributária ou de mobilidade global. 

- Tipos de trabalho remoto: quase 50% na Ásia-Pacífico estão implementando tarefas virtuais e contratações remotas. Nas Américas, a atuação remota de curto prazo é duas vezes mais comum que na Ásia-Pacífico. 

- Desafios: as empresas foram rápidas em apoiar o trabalho remoto nas fronteiras, mas desafios fiscais e legais são as principais preocupações para atuação remota além das fronteiras. Para reduzir riscos e demais custos, as empresas devem definir políticas claras de trabalho remoto e se atentar para as legislações aplicáveis nos países envolvidos. 

Sobre perspectivas, a pesquisa destacou que o tema está longe de ser totalmente explorado. Para superar incertezas, como a evolução do compliance e as expectativas dos colaboradores, as empresas precisarão aprender ao longo do tempo e adaptar programas conforme evoluem. Isso exige permanecer no caminho certo e se alinhar com stakeholders para antecipar mudanças. 

A maioria (82%) dos respondentes da pesquisa da KPMG é de organizações da Europa, Oriente Médio e região da África, 10% delas são das Américas e 8% da Ásia-Pacífico. Os respondentes são membros de conselho, gerentes e especialistas das áreas de mobilidade global, recursos humanos, diretores tributários e trabalhistas de empresas de diversos setores. O conteúdo está disponível na íntegra no link - https://home.kpmg/br/pt/home/insights/2022/05/trabalho-remoto-derruba-barreiras-flexibilidade-inovacao.html 

Assessoria de Imprensa da KPMG - assessoriakpmg@viveiros.com.br 

FONTE KPMG no Brasil

SÃO PAULO, 27 de julho de 2022 /PRNewswire/ -- O modelo "work from anywhere" veio para ficar, pois a flexibilidade do local de atuação profissional vai se tornar parte integrante do mercado de trabalho. Além disso, não há uma abordagem única para todos, pois a estratégia correta depende dos objetivos estratégicos de negócios, talentos, setores e a cultura de cada organização. Essas conclusões estão na pesquisa "Tendências atuais no trabalho remoto: trabalhe de qualquer lugar", conduzida pela KPMG com mais de 530 empresas de 46 jurisdições.  

O conteúdo ressaltou ainda que o trabalho remoto faz com que empregadores possam se beneficiar de reduções de custos com viagens e emissões de carbono. Os resultados da pesquisa evidenciaram também as conclusões a seguir. 

- Ascensão do trabalho remoto: quase 90% das empresas estão considerando introduzir uma política de atuação remota ou já introduziram uma. 

- Motivos: demandas dos funcionários e escassez de talentos estão entre os principais fatores para implementar acordos de trabalho remoto. 

- Funções responsáveis: implementar trabalho remoto é complexo e envolve muitos stakeholders. As áreas que lideram este tema tendem a ser as de recursos humanos, tributária ou de mobilidade global. 

- Tipos de trabalho remoto: quase 50% na Ásia-Pacífico estão implementando tarefas virtuais e contratações remotas. Nas Américas, a atuação remota de curto prazo é duas vezes mais comum que na Ásia-Pacífico. 

- Desafios: as empresas foram rápidas em apoiar o trabalho remoto nas fronteiras, mas desafios fiscais e legais são as principais preocupações para atuação remota além das fronteiras. Para reduzir riscos e demais custos, as empresas devem definir políticas claras de trabalho remoto e se atentar para as legislações aplicáveis nos países envolvidos. 

Sobre perspectivas, a pesquisa destacou que o tema está longe de ser totalmente explorado. Para superar incertezas, como a evolução do compliance e as expectativas dos colaboradores, as empresas precisarão aprender ao longo do tempo e adaptar programas conforme evoluem. Isso exige permanecer no caminho certo e se alinhar com stakeholders para antecipar mudanças. 

A maioria (82%) dos respondentes da pesquisa da KPMG é de organizações da Europa, Oriente Médio e região da África, 10% delas são das Américas e 8% da Ásia-Pacífico. Os respondentes são membros de conselho, gerentes e especialistas das áreas de mobilidade global, recursos humanos, diretores tributários e trabalhistas de empresas de diversos setores. O conteúdo está disponível na íntegra no link - https://home.kpmg/br/pt/home/insights/2022/05/trabalho-remoto-derruba-barreiras-flexibilidade-inovacao.html 

Assessoria de Imprensa da KPMG - assessoriakpmg@viveiros.com.br 

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