Um milhão de pessoas assinam petição para fechar Pornhub por vídeos de tráfico sexual

Com um milhão de assinaturas, movimento global #Traffickinghub continua crescendo rapidamente e quer que Pornhub seja fechado por permitir e lucrar com estupro e tráfico sexual 

SACRAMENTO, Califórnia, 10 de junho de 2020 /PRNewswire/ -- Com signatários em 192 países, a especialista em combate ao tráfico Laila Mickelwait lançou a petição "Traffickinghub", que exige o fechamento do Pornhub. A empresa matriz do site é a MindGeek, cuja sede fica no Canadá. A petição de Mickelwait tem como alvo o Pornhub em função de o site disponibilizar e lucrar com o tráfico sexual e o estupro de mulheres e crianças, e já ultrapassou um milhão de assinaturas. A campanha é promovida pela organização de combate ao tráfico Exodus Cry e tem como base vários casos noticiados na imprensa recentemente. Mais de 300 organizações de combate ao tráfico, de proteção à criança e de direitos da mulher nos Estados Unidos, Canadá, Austrália, Reino Unido, Europa e América Latina já apoiam a campanha.

O esforço laico e apartidário em prol do fechamento do maior site pornográfico do mundo em função da hospedagem de vídeos de estupro e tráfico de mulheres e crianças atraiu até mesmo o apoio de profissionais da indústria pornográfica, que lançaram um manifesto e uma petição de repúdio ao website e sua matriz, a MindGeek.

O movimento global de base pelo fechamento do maior site pornográfico do mundo foi suscitado pela publicação, em 9 de fevereiro, de um editorial escrito pela fundadora da campanha, Laila Mickelwait, expondo a questão e clamando por justiça. No dia seguinte, a BBC publicou a angustiante história de Rose Kalemba, que, aos 14 anos, foi capturada sob a ameaça de uma faca e violentada por 12 horas. Após a violência, os vídeos da tortura foram disponibilizados no Pornhub pelos agressores. Rose diz que implorou por seis meses ao Pornhub para que fossem removidos os vídeos, mas foi só quando ela se passou por advogada e ameaçou o site com uma ação judicial que o Pornhub finalmente fez a remoção.

"Tudo o que é preciso para disponibilizar conteúdo no Pornhub é um endereço de e-mail; não é necessária uma identificação emitida por um governo", afirma Mickelwait. "O Pornhub não se preocupa em verificar de forma confiável a idade ou o consentimento de milhões de pessoas que aparecem nos vídeos que hospeda e com os quais obtém lucro, mas monetiza esses vídeos sem questionar. O site foi criado para a exploração e está infestado de vídeos reais de estupro, tráfico, abuso e exploração de mulheres e crianças. Temos provas, e esta é apenas a ponta do iceberg. Fechem o site."

Assine a petição e conheça toda a história no site traffickinghub.com. Para ter as atualizações mais recentes sobre o progresso da campanha, siga Laila Mickelwait no Twitter.

Foto - https://mma.prnewswire.com/media/1178169/1_million_pic.jpg

FONTE Exodus Cry

Com um milhão de assinaturas, movimento global #Traffickinghub continua crescendo rapidamente e quer que Pornhub seja fechado por permitir e lucrar com estupro e tráfico sexual 

SACRAMENTO, Califórnia, 10 de junho de 2020 /PRNewswire/ -- Com signatários em 192 países, a especialista em combate ao tráfico Laila Mickelwait lançou a petição "Traffickinghub", que exige o fechamento do Pornhub. A empresa matriz do site é a MindGeek, cuja sede fica no Canadá. A petição de Mickelwait tem como alvo o Pornhub em função de o site disponibilizar e lucrar com o tráfico sexual e o estupro de mulheres e crianças, e já ultrapassou um milhão de assinaturas. A campanha é promovida pela organização de combate ao tráfico Exodus Cry e tem como base vários casos noticiados na imprensa recentemente. Mais de 300 organizações de combate ao tráfico, de proteção à criança e de direitos da mulher nos Estados Unidos, Canadá, Austrália, Reino Unido, Europa e América Latina já apoiam a campanha.

O esforço laico e apartidário em prol do fechamento do maior site pornográfico do mundo em função da hospedagem de vídeos de estupro e tráfico de mulheres e crianças atraiu até mesmo o apoio de profissionais da indústria pornográfica, que lançaram um manifesto e uma petição de repúdio ao website e sua matriz, a MindGeek.

O movimento global de base pelo fechamento do maior site pornográfico do mundo foi suscitado pela publicação, em 9 de fevereiro, de um editorial escrito pela fundadora da campanha, Laila Mickelwait, expondo a questão e clamando por justiça. No dia seguinte, a BBC publicou a angustiante história de Rose Kalemba, que, aos 14 anos, foi capturada sob a ameaça de uma faca e violentada por 12 horas. Após a violência, os vídeos da tortura foram disponibilizados no Pornhub pelos agressores. Rose diz que implorou por seis meses ao Pornhub para que fossem removidos os vídeos, mas foi só quando ela se passou por advogada e ameaçou o site com uma ação judicial que o Pornhub finalmente fez a remoção.

"Tudo o que é preciso para disponibilizar conteúdo no Pornhub é um endereço de e-mail; não é necessária uma identificação emitida por um governo", afirma Mickelwait. "O Pornhub não se preocupa em verificar de forma confiável a idade ou o consentimento de milhões de pessoas que aparecem nos vídeos que hospeda e com os quais obtém lucro, mas monetiza esses vídeos sem questionar. O site foi criado para a exploração e está infestado de vídeos reais de estupro, tráfico, abuso e exploração de mulheres e crianças. Temos provas, e esta é apenas a ponta do iceberg. Fechem o site."

Assine a petição e conheça toda a história no site traffickinghub.com. Para ter as atualizações mais recentes sobre o progresso da campanha, siga Laila Mickelwait no Twitter.

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FONTE Exodus Cry

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